Dia a dia

Pessoal de enfermagem da FCecon reivindica manutenção de patamar salarial de nova cooperativa

O grupo reivindicam a manutenção do patamar salarial pela nova cooperativa que prestará serviço para fundação - foto: divulgação

O grupo reivindicam a manutenção do patamar salarial pela nova cooperativa que prestará serviço para fundação – foto: divulgação

Um grupo formado por técnicos de enfermagem e enfermeiros que prestam serviço para a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon) realizou, na manhã desta segunda-feira (28), uma manifestação pacifica na frende da unidade hospitalar. Eles reivindicam a manutenção do patamar salarial pela nova cooperativa que prestará serviço para fundação.

De acordo com a técnica de enfermagem Nagila Dias, está havendo uma troca de empresas que prestam serviço para a FCecon. Com isso, os técnicos e enfermeiros estão insatisfeitos com a proposta da nova cooperativa que vai assumir.

Conforme a técnica de enfermagem, a empresa Medimagem, que prestava serviço para unidade, pagava para os enfermeiros a quantia de R$ 2.500 a R$ 3 mil, dependendo das horas extras, e para os técnicos variava de R$ 1.700 a R$ 2 mil, também dependendo das horas extras.

Entretanto, a IS de Souza, cooperativa que ganhou a licitação para os serviços de enfermagem, e que irá assumir as atividades nesta segunda-feira, ofereceu um valor muito abaixo do pago pela antiga empresa, no valor de R$ 1.300 para enfermeiros e R$ 800 para os técnicos.

“Não estamos reivindicando nada a mais e nada a menos que um salário justo. A nova empresa está pagando um salário muito abaixo do normal. Cerca de 400 funcionários estão prejudicados. A nossa intenção não é prejudicar os pacientes, só estamos reivindicando os nossos direitos”, disse a técnica de enfermagem.

Em nota, a  direção da unidade hospitalar informou que “o prazo contratual com a terceirizada encerrou no último fim de semana.  Uma nova licitação foi feita neste mês para a contratação do serviço, que inclui enfermeiros e técnicos de enfermagem,  conforme  prevê a lei”.

A FCecon também ressaltou que “não tem ingerência sobre as questões salariais e trabalhistas dos profissionais de ambas as empresas , por se tratar de pessoal terceirizado e que a manifestação não ocasionou prejuízos ao atendimento. A direção se coloca à disposição para qualquer esclarecimento”.

 

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