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Peruana é pega no doping, e brasileira fica com ouro da maratona

Adriana já fez o índice necessário para ser uma das três brasileiras nos Jogos Olímpicos do Rio-2016 - foto: divulgação

Adriana já fez o índice necessário para ser uma das três brasileiras nos Jogos Olímpicos do Rio-2016 – foto: divulgação

A paulista Adriana Aparecida de Silva, 34, foi confirmada nesta quinta-feira (10) como bicampeã da maratona nos Jogos Pan-Americanos. Em Toronto, em julho, a atleta brasileira ficou com a de prata, atrás da peruana Gladys Tejeda.

A campeã, porém, teve resultado positivo para a substância proibida furosemida (diurético), conforme publicado pelo site da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa).

Assim, Adriana herdou a primeira colocação. Este é fica sendo o segundo ouro da equipe brasileira de atletismo no Pan de Toronto. O outro foi de Juliana dos Santos, nos 5.000m. O país terminou os Jogos com 13 medalhas no atletismo, além das, agora, duas de ouro, cinco de prata e seis de bronze.

“Lamentamos sinceramente a informação. Não podemos julgar a intenção da atleta, que nega o uso da substância proibida, que é usada para mascarar o uso de outro produto”, comentou o técnico Cláudio de Castilho, do Pinheiros, que orienta Adriana. “Este tipo de droga está na lista dos proibidas pela WADA [agência internacional antidopagem], que controla os exames antidopings em todo o mundo”, completou.

Com o tempo de 2h35min40s, Adriana também melhora o recorde dos Jogos Pan-Americanos, que era dela mesma, obtido com o ouro em Guadalajara, no México, em 2011, com 2:36:37.

“Sabíamos que a prova de Toronto seria difícil, mas o percurso acabou sendo ainda mais complicado do que o esperado. A Adriana mostrou mais uma vez a sua capacidade de superação”, lembrou Castilho.

Adriana já fez o índice necessário para ser uma das três brasileiras nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.

Por Folhapress

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