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Perna humana é encontrada no Parque do Mindú

O membro inferior foi encontrado por populares que caminhavam no local - foto: divulgação

O membro inferior foi encontrado por populares que caminhavam no local – foto: divulgação

Uma perna humana, que pode pertencer à jovem esquartejada   no início do  mês de novembro, Ana Carolina Nascimento dos Santos, 18, foi encontrada por volta de 15h30, desta quinta-feira (12) no  Parque do Mindú,  Parque Dez, Zona Centro-Sul, por visitantes.

Policiais civis da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e do 23° Distrito Integrado de Polícia (DIP) estão no local.

A polícia acredita que partes do corpo da vítima, jogadas no Igarapé do Sete, Aleixo, Zona Leste, tenham se deslocado com a correnteza até o igarapé do Mindú, que tem 23 quilômetros de extensão.

O caso

O tronco de Ana Carolina Nascimento dos Santos, 18, foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros na manhã de quarta-feira (4), por volta das 9h, na bacia do São Raimundo, proximidades com a ponte da Glória, Zona Oeste da capital.

A vítima, que estava sem braço, sem pernas, sem cabeça e com várias perfurações de faca nas costas, peito e coxas, foi avistada por populares boiando nas margens do igarapé. O pelotão fluvial também deu assistência no caso.

Conforme a polícia, a jovem estava sendo procurada desde a última segunda-feira (2), após seu pai ter registrado Boletim de Ocorrência (B.O.) no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP). O homem relatou ter recebido uma ligação anônima, informando que sua filha teria sido esquartejada e jogada no igarapé.

Ainda segundo os relatos, a moça teria saído de casa na segunda com umas amigas para uma casa de forró. Nas primeiras buscas, a equipe encontrou vestígios da vítima, como cabelo e um lençol, próximos a um posto de bombeiros no Zumbi, Zona Leste.

Ainda segundo familiares, a vítima tinha um bebê de dois meses, morava na travessa Wilson, Novo Aleixo, Zona Norte, e não possuía envolvimento com tráfico. Porém, Ana Carolina estava sendo ameaçada de morte por uma ‘ex-amiga’. Os familiares não souberam informar o porquê das ameaças.

Por equipe EM TEMPO Online

 

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