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Passeata pede paz no trânsito de Manaus

O ato teve início às 8h e tinha o objetivo chamar a atenção não somente para o acidente que tirou a vida de Débora Rubim Freitas, 34, morta no mês passado, vítima do trânsito em Manaus - foto: Gérson Freitas

O ato teve início às 8h e tinha o objetivo chamar a atenção não somente para o acidente que tirou a vida de Débora Rubim Freitas, 34, morta no mês passado, vítima do trânsito em Manaus – foto: Gérson Freitas

Com faixas e cartazes pedindo “Paz no trânsito”, cerca de 80 pessoas entre familiares e amigos da empresária Débora Rubim Freitas, 34, morta no mês passado, vítima do trânsito em Manaus, percorreram o calçadão da Ponta Negra, localizado na Zona Oeste, na manhã deste domingo (5), clamando aos órgãos públicos mais segurança nas ruas da capital.

O ato que teve início às 8h, também tinha como objetivo chamar a atenção da sociedade não somente para o acidente que tirou a vida de Débora, mas para outros casos semelhantes ao da empresária e que até agora não tiveram os responsáveis punidos pela justiça.

O esposo da empresária, o cantor Renato Freitas, comentou que esse foi à primeira de diversas manifestações que serão realizadas na cidade para protestar por justiça, fiscalização e mais segurança no trânsito de Manaus. “Queremos alertar a população sobre os diversos casos de acidentes que continuam sem justiça. Hoje fez 30 dias que estamos sem a nossa querida Débora e como não queremos que mais essa caso caia no esquecimento, estaremos realizando todo mês uma ação igual a essa, com cultos e missas. Precisamos alertar a população sobre a falta de segurança no trânsito, precisamos de paz nas ruas, de conscientização e de mais fiscalizações, para que novas famílias não sejam destruídas com tragédias semelhantes ao que tirou a vida da minha esposa” salientou.

Renato Freitas ressaltou ainda que durante os 43 dias em que Débora esteve internada, o responsável pelo acidente em nenhum momento prestou apoio a família. “Na hora do acidente o motorista culpado disse que prestaria toda a assistência necessária para a recuperação da Débora, após isso sumiu e não soubemos mais notícias dele. Como não deixaremos de lado esse caso, entramos esta semana com uma ação judicial pedindo todos os reparos pelas perdas e danos que tivemos com essa tragédia que afetou a nossa família”, concluiu.

Entenda o caso

Débora Freitas ficou gravemente ferida após se envolver em um acidente de trânsito ocorrido no dia 23 de abril deste ano, na Alameda Cosme Ferreira, localizada na Zona Leste. O sinistro foi provocado por um caminhão que perdeu o controle atingindo cinco carros, um deles era o Honda Civic conduzido pela empresária. Débora que teve diversas fraturas, uma exposta na perna, foi conduzida ao Hospital e Pronto Socorro João Lúcio, onde ficou internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Em virtude das complicações nos ferimentos extensos devido ao esmagamento do quadril, a empresária veio a óbito no dia 5 de junho.

Gerson Freitas

Legenda: Com faixas e cartazes pedindo um trânsito seguro amigos e parentes da empresária caminharam por toda orla da Ponta Negra – foto: Gerson Freitas

 

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