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Parlamentares fiscalizam ruas do Distrito Industrial 1 e 2

Uma comitiva de parlamentares estaduais e municipais fizeram uma fiscalização nas principais avenidas dos Distritos Industriais 1 e 2,Zona Sul, na manhã desta sexta-feira (18), para a retomada das obras de revitalização das vias nos bairros.

Durante a ação, o deputado Dermilson Chagas (PDT), ressaltou que o abandono e a precariedade vistos atualmente nas avenidas do Polo Industrial de Manaus (PIM), além de provocar insegurança para a população manauara, que circula diariamente na região, vêm afastando investidores do parque fabril.

“O nosso objetivo é mostrar à sociedade a grave situação das vias e como a falta de infraestrutura prejudica tanto a população quanto as empresas. Além de impedir novos investimentos do polo. Essa é uma questão que também envolve a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), e os deputados devem se interessar e atuarem. O Distrito Industrial é a menina dos olhos do Amazonas e não podemos tratá-la mal. Temos que cuidar dos investimentos que estão sendo disponibilizados para o polo e o nosso dever como parlamentares é fiscalizar”, frisou.

De acordo com a comissão formada pelos deputados Dermilson Chagas (PDT), Alessandra Campêlo (PCdoB), Sabá Reis (PR), Augusto Ferraz (DEM), David Almeida (PSD), Wanderley Dallas (PMDB), Dr. Gomes (PSD), Platiny Soares (PV) e José Ricardo (PT), o convênio foi assinado em 28 de dezembro de 2012, no valor de R$ 104.5 milhões, para a recuperação de 56 quilômetros de vias do Distrito Industrial.

Desde total, R$ 86.5 milhões seriam usados na revitalização do Distrito 1 e R$ 18 milhões na área de expansão do Distrito 2. O prazo de conclusão era de dois anos, mas não foi cumprido.

Ajustes no projeto atrasam a obra

Durante uma coletiva realizada no mês de maio deste ano, a titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura do Amazonas (Seinfra), Waldívia Alencar, informou que as obras seriam reiniciadas na primeira quinzena do mês de junho. A secretária destacou ainda que a revitalização estava suspensa devido a problemas encontrados no projeto que precisou passar por novos ajustes para que fosse liberada a continuidade do serviço.

Por Gerson Freitas

 

 

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