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Parlamentares falam sobre importância da economia para o Amazonas

Os autores da propositura, os deputados José Ricardo (PT), Serafim Corrêa (PSB), e o presidente da Casa, Josué Neto (PSD), destacaram o papel do profissional que contribui com o desenvolvimento do Estado - foto: divulgação

Os autores da propositura, os deputados José Ricardo (PT), Serafim Corrêa (PSB), e o presidente da Casa, Josué Neto (PSD), destacaram o papel do profissional que contribui com o desenvolvimento do Estado – foto: divulgação

Em Sessão Especial realizada no Plenário Ruy Araújo, da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), os economistas amazonenses foram homenageados nesta quarta-feira (12) pela passagem do Dia do Economista, celebrado anualmente no dia 13 de agosto.
Os autores da propositura, os deputados José Ricardo (PT), Serafim Corrêa (PSB), e o presidente da Casa, Josué Neto (PSD), destacaram o papel do profissional que contribui com o desenvolvimento do Estado.

Serafim Corrêa (PSB) discursou  sobre a importância da inserção dos estudantes de economia para o desenvolvimento local e destacou o papel do professor Saul Benchimol, um dos pioneiros na profissão, que desempenhou um papel fundamental para aquela geração de profissionais diante de suas ideias incentivadoras.

“Temos que estar atentos aos mais diversos fenômenos da economia que  acontecem todos os dias das mais variadas maneiras para saber o que pode acontecer.  O caminho de um tempo atrás pode ser outro caminho totalmente diferente, hoje.  Nós temos responsabilidades de buscar caminhos para a Amazônia. Quais caminhos? Essa é uma pergunta que hoje, 50 anos depois, nós não temos respostas. O caminho seria construir hidroelétricas?  Atualmente o projeto da União é construir hidrelétricas porque não tem água no Sudeste e Nordeste.  Então, para gerar energia, querem construir 18 hidrelétricas na Amazônia”, disse.

“Vejam a necessidade da inserção do economista: só se  só paga Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços  (ICMS)  sobre a energia no destino e não paga na origem.  Toda questão ambiental fica na origem, mas o imposto fica no destino. Somos apenas fornecedores de energia? Não tendo direito ao imposto?  A atuação do economista tem algo mais. Tem que ter a proposta, mas tem que ver a questão local. Há necessidade dessa interação e dessa discussão nas salas de aula. Sinto falta que haja uma inserção maior dos estudantes de  economia.  Na minha época, a faculdade fervilhava. Hoje eu não vejo isso. Não vejo ideias e propostas que viabilizem nossa Amazônia. Há necessidade dessas novas propostas e visão da economia”, concluiu.

Por se tratar de um profissional que atua nas decisões econômicas, José Ricardo disse que, mesmo formado, o economista vai ter que continuar estudando, porque precisa entender as mudanças que vão acontecer na economia. Se tratando do Amazonas, o deputado destacou a atuação do economista na região, onde assume proporções ainda maiores, uma vez que se faz necessário criar novas alternativas econômicas além da Zona Franca de Manaus (ZFM).

Uma placa de reconhecimento profissional foi entregue ao presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon), da 13ª Região-AM, Marcus Evangelista. Receberam certificados de honra ao mérito os economistas Luís Alberto Nascimento, Armando Clóvis de Souza, Rodemarck Castelo Branco, Sílvio Puga, Saul Benchimol, Edmilton Salazar e Nelson Campos.

Dados do Corecon-AM, criado pela Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, para registrar, disciplinar e exercer a fiscalização das pessoas físicas e jurídicas que atuam no campo profissional do economista, dão conta da existência de 1.120 economistas no Estado, registrados e ativos, que estão atuando na iniciativa pública e privada. Em todo o país, são 80 mil profissionais, conforme dados do Conselho Federal de Economia (Confecon).

Com informações da assessoria de comunicação

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