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Parintins: primeira noite teve Garantindo celebrando a ancestralidade e Caprichoso o folclore brasileiro

Abrindo o Festival Folclórico de Parintins 2016, o Garantido trouxe para arena do bumbódromo o tema ‘Ancestralidade’, representando um elo entre os povos – foto: Tadeu de Souza

Abrindo o Festival Folclórico de Parintins 2016, o Garantido trouxe para arena do bumbódromo o tema ‘Ancestralidade’, representando um elo entre os povos – foto: Lucas Paulino

O boi-bumbá Garantido abriu oficialmente na noite de ontem, 24, o 51º Festival Folclórico de Parintins. O boi vermelho trouxe para arena do bumbódromo o tema “Ancestralidade”, representando um elo entre os povos.

No item Ritual Indígena o Garantido apresentou o Ritual do povo Karajá, que habita uma região do Estado de Tocantins. Na celebração folclórica, o boi da Baixa de São José trabalhou a diversidade cultural. O compositor Fred Góes, membro da Comissão de Arte do boi, disse que o Garantido mostrou Oxalá, da cultura dos negros; Kanaciuê, da cultura indígena; e Jesus, da cultura Karajá. Alegoria do veterano artista Vandir Santos.

Na Fígura Típica o boi de Lindolfo Monteverde falou do caboclo sacaca. A alegoria do item foi do artista Rogério Azevedo. O Garantido fechou a primeira noite falando da lenda dos índios Apurinãs, que moram no rio Purus, no Amazonas, e que acreditam na possibilidade dos bichos se transformarem em feras espirituais para causar o mal. Alegoria simbolizando o monstro Yapuritã é do  artista Roberto Reis.

Caprichoso

Já o boi-bumbá Caprichoso, na sua primeira noite de evolução na arena do bumbódromo, cantou vivas ao folclore brasileiro exaltando no item Fígura Típica Regional as chamadas Benzedeiras, a sua maioria oriundas do nordeste brasileiro. Dentro dessa leitura, o Caprichoso lembrou Valdir Viana, cujas mãos ajudaram a aliviar as dores de muitas pessoas na região.
Alegoria do Juma, de André Amoedo, foi substituída pela alegoria Tandavú, de autoria de Ney Meireles e Marcelo Gonçalves.

O Ritual Indígena do boi Caprichoso foi feito pelo artista Júnior de Souza, que apresentou a “Tocaia Kagwahiva”, dos povos Parintintin, primeiros habitantes da Ilha Tupinambarana.

Por Tadeu de Souza

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