Economia

Parceria beneficia setor de alimentos e bebidas no AM

Representantes do CIN e do Senai se reuniram para tratar da parceria que vai estimular a produtividade do segmento de alimentos e bebidas - foto: divulgação

Representantes do CIN e do Senai se reuniram para tratar da parceria que vai estimular a produtividade do segmento de alimentos e bebidas – foto: divulgação

A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), por meio do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM), firmou parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para aumentar a produtividade de pequenas e médias empresas amazonenses do segmento de alimentos e bebidas, por meio da redução de custos e, consequentemente, maior expansão no mercado regional.

O programa é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (Mdic) e pretende aumentar em ao menos 20% a produtividade das pequenas e médias empresas e indústrias participantes. A iniciativa contou com a elaboração de um projeto-piloto que obteve ótimos resultados, com a participação de 18 empresas, nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Ceará, e acabou sendo ampliado por todo o Brasil pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Senai.

“Esse projeto é uma grande inovação para o nosso Estado porque foca na redução de desperdícios comuns no processo produtivo, com a finalidade de aumentar a produtividade das empresas. Muitos são os problemas que impedem a melhoria das pequenas e médias empresas, como superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento, defeitos e outros”, explicou o gerente do CIN-AM, Marcelo Lima.

Ele disse que o projeto vem com o objetivo de mudar essa realidade. “As metas do ‘Brasil mais Produtivo’ são: baixo custo, curto prazo, resultados expressivos no chão de fábrica e redução de desperdício”, concluiu Lima.

Amazonas

O programa no Estado é voltado para empresas do segmento de bebidas e alimentos, e elas precisam ser pequenas ou médias, bem como atender critérios como alta empregabilidade, potencial exportador, baixo índice de produtividade, vulnerabilidade às importações, setores com organização por aglomeração. Além disso, precisam possuir entre 11 e 200 funcionários.

Atualmente, no Amazonas, já se cadastraram 30 empresas, mas todas irão passar por processo de triagem para que seja confirmada a possibilidade de participação, de acordo com os critérios estabelecidos no programa.

O papel do CIN do Amazonas é captar empresas que atendam aos parâmetros e mobilizar essas empresas.

 

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