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Paralisação dos servidores dos Correios é mantida no Estado

Funcionários dos Correios deflagram greve nacional para melhores salários - foto: Ione Moreno

Funcionários dos Correios deflagram greve nacional para melhores salários – foto: Ione Moreno

Trabalhadores de diversos setores dos Correios permanecem em adesão à greve nacional da categoria deflagrada no último dia 16. Além de Manaus, os servidores dos municípios de Presidente Figueiredo e de Manacapuru mostraram apoio ao movimento sindical. Eles cobram reajuste salarial de 12% com base na inflação.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios (Sintect-AM) Carlos Clei, os serviços mais prejudicados com a paralisação são os de distribuição de correspondências e o setor de atendimento. “A greve é nacional, e tem o apoio de toda categoria”, afirmou.

Segundo Carlos Clei, os Correios ofereceram algumas propostas, mas todas foram rejeitadas pelos trabalhadores. “A empresa divulgou que solicitou a participação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Estamos aguardando todos os trâmites burocráticos para acompanhar esse dissídio. Há um relator fazendo a mediação para que tudo se resolva”, ponderou.

O presidente do Sintect-AM afirmou ainda que a categoria irá discutir e analisar se por meio do TST pode se chegar a um acordo. Segundo ele, se não houver acordo em duas rodadas de negociações entre as partes, não terá opção a não ser ir para julgamento.

“A ida da discussão ao TST é favorável às demandas da nossa categoria. A empresa não quer pagar o reajuste referente à reposição da inflação de um ano para o outro. Se formos para o julgamento, o TST baterá o martelo para que o reajuste aconteça, o que será uma grande vitória, pois a empresa só oferece 6% de reajuste”, finalizou.

Por Afase Augusto

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