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Paralisação de vigilantes resulta em 12 agências bancárias fechadas em Manaus

Cerca de 500 trabalhadores participavam do ato até às 10h, na Praça da Polícia - foto:divulgação/Ronda

Cerca de 500 trabalhadores participavam do ato até às 10h, na Praça da Polícia – foto:divulgação/Ronda

A paralisação de advertência que os trabalhadores do serviço de vigilância patrimonial de Manaus realizam nesta sexta-feira (14), em Manaus, já resultou no fechamento de pelo menos 12 agências bancárias no Centro da capital.

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários do Amazonas, Nindberg Santos dos Santos, muitas pessoas foram prejudicas, tendo de se deslocar a outros bairros para fazerem seus pagamentos ou pagar suas contas com atraso.

“Sem dúvida uma paralisação dos vigilantes causa transtornos e prejuízos, muitas pessoas foram afetadas, mas pior vai ser quando a greve for geral e por tempo indeterminado. A bronca vai ser alta”, disse, ressaltando, no entanto, que apoia o movimento da categoria.
O protesto dos vigilantes reuniu diversos trabalhadores da categoria na Praça da Polícia, no Centro, e foi acompanhada de perto por autoridades policiais.

Conforme o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Manaus, Valderli Bernardo, o protesto visa chamar a atenção do governo estadual, que abriu licitação para contratar agentes de portaria para substituir cerca de quatro mil trabalhadores que prestam serviço nas estruturas do serviço público.

“Já foram substituídos 800 vigilantes e as substituições vão continuar ocorrendo. Antes mesmo de concluir a licitação o Estado já está substituindo os trabalhadores”, lamenta o sindicalista.

O presidente do sindicato afirmou que a paralisação deve se encerar por volta das 15h de hoje e que, no final, os trabalhadores farão uma assembleia geral para decidir se iniciariam uma greve geral por tempo indeterminado.

Cerca de 500 trabalhadores participavam do ato até às 10h, mas o número de manifestantes deve ter aumentado porque membros do sindicato estavam indo às agencias bancárias buscar os colegas de farda para o ato.

Valderli frisou que a manifestação não é apenas um ato pela manutenção dos empregos, mas para alertar também sobre os perigos que as pessoas e as instituições públicas estarão sujeitas sem a segurança.

Por equipe EM TEMPO Online

Colaborou Alik Menezes

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