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Paralisação de aeronautas e aeroviários afeta três voos em Manaus

A paralisação foi convocada por sindicatos dos aeronautas  e dos aeroviários, que cobram reajustes salariais de 11% e benefícios - foto: divulgação.

A paralisação foi convocada por sindicatos dos aeronautas e dos aeroviários, que cobram reajustes salariais de 11% e benefícios – foto: divulgação.

A paralisação dos aeronautas e aeroviários, ocorrida em 12 aeroportos do país, entre 6h e 8h desta quarta-feira (3), atrasou três voos em Manaus. Ao todo, nove capitais brasileiras e o Distrito Federal (DF) foram afetados.

De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), dos voos que sofreram atraso no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, dois são da companhia aérea Gol. Um, com destino a Brasília, decolou com 40 minutos de atraso; o outro, que seguia para São Paulo, saiu 38 minutos após o previsto. Já o terceiro voo afetado pertence à Tam e decolou com 17 minutos de atraso com destino a Brasília.

Ainda conforme a Infraero, até às 9h, em todo o país, dos 527 voos programados (domésticos e internacionais), 170 estavam atrasados e 97 tinham sido cancelados. No aeroporto de Manaus, os voos já voltaram a sair em seus horários estabelecidos. No restante do país, a situação deve ser normalizada ao longo do dia, mas não há uma previsão concreta, porque a paralisação impacta toda uma rede, segundo a estatal.

Greve

A paralisação foi convocada por sindicatos dos aeronautas (comissários e pilotos) e dos aeroviários (profissionais que atuam em solo), que cobram reajustes salariais de 11% e benefícios, retroativo à data-base, que fará a recomposição das perdas inflacionárias. As categorias rejeitaram a proposta das empresas aéreas, que previa reajuste parcelado e não retroativo à data-base, dia 1º de dezembro.

Em nota, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) lamentou a greve. “O setor reconhece e respeita o direito de manifestação, mas lamenta o caminho escolhido em prejuízo dos passageiros. Em qualquer circunstância, as companhias aéreas estarão mobilizadas em prestar assistência aos clientes e a fazer todo o possível para minimizar os eventuais transtornos”.

Por equipe EM TEMPO Online

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