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Pagamentos de terceirizados e estagiários da DG saem até próxima semana, diz Amaral

A manifestação, que contou com a presença de apenas oito trabalhadores, incluindo três lotados em delegacias, teve o apoio de mais de 60 funcionários -foto: Mara Magalhães

A manifestação, que contou com a presença de apenas oito trabalhadores, incluindo três lotados em delegacias, teve o apoio de mais de 60 funcionários -foto: Mara Magalhães

Após insatisfação de servidores terceirizados e estagiários da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), o titular da Delegacia Geral, Orlando Amaral afirmou nesta quinta-feira (20), durante  manifestação , que os salários atrasados serão quitados até a próxima semana.

No entanto, o jornalista Florêncio Mesquita, que atua como terceirizado na assessoria de comunicação da PC-AM, afirmou que o  delegado não possui autonomia para que a ‘promessa’ seja cumprida, pois o governo do Estado é quem deve repassar a verba a três empresas terceirizadas, que por sua vez, devem pagar os trabalhadores.

De acordo com o jornalista, as empresas JM, Aldi e Jax, são as responsáveis pelos terceirizados e os estagiários são contratados pela Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico Social (Aades) e pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), que os distribuem não só na Delegacia Geral, mas também em Distritos Integrados de Polícia (DIP’s).

A manifestação, que contou com a presença de apenas oito trabalhadores, incluindo três lotados em delegacias, teve o apoio de mais de 60 funcionários e segundo Florêncio, muitos não participaram do ato por terem sido ameaçados  de perderem o emprego. Os oito funcionários permanecerão de braços cruzados até que o pagamento seja feito.

Em nota, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) informou que a JM Serviços Profissionais Construções e Comércio Ltda, recebeu o pagamento de pelos serviços prestados no dia 10 de junho deste ano e que depois da data, a empresa não demandou outras pendências de pagamento ao órgão.

“Polícia Civil esclareceu que os pagamentos da JM não foram empenhados junto à Sefaz, depois dos últimos vencimentos, porque a empresa não teria apresentado certidão negativa de débitos, documento requisitado pelo governo e esclareceu que o pagamento vai ser efetuado quando a empresa apresentar a documentação”.

Cecília Siqueira

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