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O butim do Putin

Diretor Executivo do Amazonas  EM TEMPO

 

“Butin” é a palavra com que os franceses designam o saque, o produto do roubo ou do assalto de corsários, onde teve origem. Para nós, chegou como “butim”.


É a essa palavra que nos remete o recente ato que o presidente da Rússia, Vladmir Putin, praticou na maior “cara de pau” contra a República da Ucrânia, ao anexar ao seu país, literalmente pela força das armas, a península da Crimeia.
Não pode justificar o ato pelo fato de que um plebiscito tenha sido realizado, na verdade incentivado e fomentado pela mesma Rússia, embasada no fato de que grande parte da população daquela sub-região tenha origem e ancestralidade no país usurpador.

 

Raízes étnicas falam alto e mais alto ainda fala a ascensão econômica e social que está contida na transmutação da nacionalidade ucraniana para a russa e assim o tornar-se cidadão de uma das maiores potências mundiais, detentora da maior extensão territorial do planeta.

A prevalecer a razão das raízes étnicas e culturais, a França que ponha as barbas de molho, uma vez que a maior parcela da população da Alsácia, sub-região do nordeste do país, fronteiriça à Alemanha e à Suíça, tem seus ancestrais germânicos, pratica costumes germânicos e até fala o idioma alemão. Foi com este mesmo pretexto que Hitler invadiu e anexou a Alsácia ao Terceiro Reich. Aliás, sucessivamente a Alsácia-Lorena esteve a oscilar entre os domínios francês e alemão, sossegando apenas após a segunda guerra mundial.

Também, ao se servir de argumentos ligados à cultura e à tradição, o mesmo Adolf Hitler anexou a Áustria ao Terceiro Reich, já que não via razões para reconhecer a autonomia de um país nitidamente germânico. Entretanto, nem todos os austríacos concordavam com isso e até faziam piada ao dizer que a diferença fundamental estava no fato de que cinco alemães juntos faziam uma guerra, enquanto cinco austríacos faziam uma festa.

Imagine-se o que seria a Espanha, que colonizou e deu identidade a quase toda a América, resolver reivindicar todos esses países, em nome da ancestralidade, das raízes e da cultura que lhes foram legadas por ela.
Portugal também poderia querer assumir a brasilidade que se formou como sua colônia.

Na verdade, não apenas a Crimeia, mas toda a Ucrânia sempre fez parte da cobiça e da ambição do governo russo, em função dos seus potenciais econômicos e da sua vocação de produtora de alimentos. No tempo da União Soviética, a Ucrânia foi logo absorvida e se constituiu num valioso butim. Foi lá, aliás, que Stalin perpetrou um dos maiores genocídios de que se tem conhecimento.

Enfim, é muito importante que haja uma reação massiva do maior número de países contra esse verdadeiro ato de agressão à soberania ucraniana, que Vladmir Putin, autêntico “senhor da guerra”, por decisão do seu autoritarismo vem a praticar.

A coisa tem o cheiro e faz lembrar os tempos em que Adolf Hitler saiu a saltar pela Europa, da Áustria à Checoslováquia, à Polônia, à Holanda, até chegar à França, porque era seu “direito” implementar o Supremo Reich.
Joseph Stalin repetiu a manobra, quando constituiu a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e adiante foi submetendo as outras nações do leste europeu.

Tomara que seja apenas uma eventual, esporádica e acidental coincidência e que prevaleça como verdadeira a crença de que a história não se repete.

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