Dia a dia

Obra que desmoronou no Parque Dez é embargada pelo Implurb

A obra desabou na esquina da avenida Maneca Marques com a rua 07 no Parque Dez - foto: Divulgação

A obra desabou na esquina da avenida Maneca Marques com a rua 07 no Parque Dez – foto: Divulgação

O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), suspendeu na manhã desta segunda-feira (12), o alvará de construção e embargou a obra de um estabelecimento comercial, que desabou no último fim de semana, após um retroescavadeira atingir uma tubulação de água, localizada no bairro Parque Dez de novembro, Zona Centro-Sul. No local, um enorme buraco formado pelo acidente, vem provocando a queda de parte da avenida Grande Otelo.

Segundo informações do Implurb, uma fiscalização foi realizada no local pela equipe do órgão ainda no domingo. Durante a visita, foi comprovada que a obra possui um responsável técnico pela execução, que junto com o proprietário são os responsáveis diretos por eventuais danos causados a terceiros.

“A fiscalização do Implurb esteve no local neste domingo (11), e administrativamente foi suspenso cautelarmente o Alvará de Construção. A obra também foi embargada. O proprietário poderá retomar a obra desde que atenda às condicionantes que levaram à suspensão do seu alvará, incluindo questões de segurança e reparos aos danos causados (público e privado). Algumas providências emergenciais já foram tomadas para liberar o tráfego no local. O Implurb aguarda um cronograma de ação do proprietário”, ressaltou.

Já a assessoria da Defesa Civil do Município, destacou que o setor de engenharia do órgão, retornou ao local na manhã desta segunda-feira, e não constatou risco de desabamento de prédios vizinhos. Porém, a orientação é de que a obra continue embargada até que sejam providenciados os reparos da via. Ainda segundo a Defesa Civil, deverá ser feita a contenção nas áreas limítrofes.

A cirurgiã dentista, Simone Seffair, dona da casa que fica ao lado da obra, comentou que ainda tem receios sobre a segurança do local e disse que somente após o laudo técnico que está previsto para ser concluído em sete dias, poderá dormir mais tranquila.

“Hoje, meu marido foi tentar resolver nos órgãos a questão da segurança dessa obra. A Defesa Civil veio aqui e nos confirmou que não há risco da nossa casa se atingida, mesmo assim ainda estamos com medo. Há dois dias não sabemos o que é dormir direito. Chegaram a falar que será feita uma contenção por medida de segurança. Vamos esperar o laudo para ver o que realmente será feito nesse local”.

A Manaus Ambiental foi questionada pela reportagem do Em Tempo, se irá acionar judicialmente o proprietário da obra, em virtude da tubulação de água da concessionária que foi danificada pela escavadeira, mas até o fechamento desta edição não se manifestou sobre o assunto.

Com informações da assessoria

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