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Novo foco de incêndio em Anori é controlado pelo Corpo de Bombeiros

Ainda conforme os Bombeiros, as causas do sinistro ainda são foram confirmadas, porém relatos dão conta, que os próprios agricultores estariam ateado o fogo- foto: divulgação/ Bombeiros

Ainda conforme os Bombeiros, as causas do sinistro ainda são foram confirmadas, porém relatos dão conta, que os próprios agricultores estariam ateado o fogo- fotos: divulgação/ Bombeiros

Após controlarem um incêndio que durou 36 horas em uma área de vegetação no município de Anori (a 195 quilômetros de Manaus), os bombeiros da localidade tiveram que retornar a área e controlar um novo princípio de incêndio na manhã desta segunda-feira (14). O primeiro foco de queimada ameaçava uma subestação de gás natural e ainda áreas destinadas à agricultura.

Conforme o Corpo de Bombeiros do Amazonas (CBM-AM), as causas dos dois focos de incêndio ainda não foram confirmadas, porém relatos dão conta de que agricultores da região estariam ateando o fogo na vegetação para limpar a área para o plantio de espécies.

anori-incendio

Na região metropolitana, o Corpo de Bombeiros registrou 17 ocorrências de incêndio em vegetação somente no domingo (13). Ainda conforme os Bombeiros, a maioria dos incêndio são causados pelos próprios moradores.

“Muitos incêndios registrados na região metropolitana são causados por baderneiros, por brincadeiras de criança ou pelos próprios moradores ao fazer a limpeza do seu terreno”, relatou, o tenente Jeferson Lopes que acrescentou também que “muitos querem fazer a limpeza tocando fogo. Outros fazem até a capinagem, mas acabam tocando fogo no final”.

De acordo com o tenente, um pequeno foco de incêndio aliado as atuais temperaturas na região – geralmente com baixa umidade relativa do ar, elevadas temperaturas e vegetação já bastante ressecada pela incidência constante da radiação solar – são suficientes para gerar focos de incêndio.

“A ação dos ventos, que conduz fumaça e fagulhas para outros campos, aliada aos fatores climáticos ajuda para que os focos de incêndio se propaguem, dificultando o controle das chamas”, concluiu o tenente.

Por Conceição Melquíades

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