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No São Francisco, pedreiro é assassinado por filho de namorada

O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para as providências cabíveis - foto: João Paulo Oliveira

O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para as providências cabíveis – foto: João Paulo Oliveira

O pedreiro Francisco de Oliveira Izel, 42, foi morto na madrugada deste sábado (27), a facadas, por José Felipe Barbosa Pinho, 25, após uma suposta discussão por dinheiro para comprar drogas. O assassino é filho da namorada da vítima, identificada como Haydee Barbosa Silva, 42.

Conforme a polícia, o crime aconteceu por volta das 3h, na casa da mulher, localizada na alameda Hamilton Mourão, bairro São Francisco, Zona Sul de Manaus.

Relatos dão conta de que, após saírem de um bar, na mesma via, os três se dirigiram à casa de Haydee, onde a vítima e José Felipe teriam tido uma desavença por causa de dinheiro para a compra de entorpecentes. A vítima foi atingida com quatro facadas, sendo duas no abdome, uma no peito e outra na coxa.

Ivan Andrade, 33, dono do bar, contou à reportagem do EM TEMPO Online que, os três chegaram ao estabelecimento por volta de meia-noite. Entretanto, tomaram apenas duas cervejas e foram embora.

“O Felipe pedia dinheiro da mãe e a obrigou ir para casa. Francisco não queria, pois queria beber mais e conversar com a namorada. Não houve discussão no bar. Depois que foram embora não tive mais informações. Nunca aconteceu algo semelhante aqui, pois trata-se de um local pacato”, contou o comerciante, ressaltando que o assassino, “é uma pessoa perigosa, não trabalha e já estava sendo procurado pela polícia por furto”.

Policiais da 1ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) atenderam a ocorrência e tiveram de arrobara a casa de Haydde para prender Felipe, que ainda estaca com a faca do crime na mão. José Felipe confessou o crime e foi conduzido ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Já a mãe do suspeito foi ameaçada por populares e teve se ser levada pela polícia para não ser agredida. Ela também vai prestar informações sobre o fato.

Testemunhas afirmam que a vítima tinha um porte físico ‘grande’, e que não apanharia do acusado com facilidades, por isso desconfiam que a mãe tenha sido cúmplice do fato. “Ela se escondeu da polícia na hora que os soldados chegaram. Muita coisa ainda precisa ser averiguada”, disse Ivan Andrade.

O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para as providências cabíveis.

Por equipe EM TEMPO Online

Com informações de João Paulo Oliveira

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