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No Mauazinho, traficante é preso após receber drogas via Sedex

Jhone foi preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedida no último dia 17 de outubro pelo juiz do plantonista, Erivan Santana - foto: divulgação

Jhone foi preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedida no último dia 17 de outubro pelo juiz do plantonista, Erivan Santana – foto: divulgação

A Polícia Civil apreendeu ontem em um quitinete localizado na rua Natal, no bairro Mauazinho, Zona Leste, mais de 3 mil pinos de cocaína, que foram enviadas por Sedex, para um dos principais traficantes do bairro, identificado como Jhones Sá Alves, 30, preso no último sábado (24). Conforme a Polícia Civil, Jhones era investigado há 20 dias, por envolvimento com o tráfico na região.

Em depoimento prestado ao titular do 29º Departamento Integrado de Polícia (DIP), Mauro Soares, o acusado negou envolvimento com o tráfico de drogas. “Ele nega que tenha ligação com o tráfico, mas além das comprovações da ligação dele com o entorpecentes, temos uma denúncia de tentativa de homicídio contra a companheira dele, Malu Oliveira, de 22 anos, que foi baleada por ele, no dia 24 de maio deste ano”, explicou.

Jhones foi preso em sua residência, na rua Paraíso, no Mauazinho, mesma zona, por volta das 5h do último sábado (24), em cumprimento a mandado de prisão preventiva, expedido no último dia 17 de outubro, pelo juiz do Plantão Criminal, Erivan de Oliveira Santana. A prisão contou com uma equipe de policiais militares da 29ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), comandada pelo tenente Drayton Aragão.

Após a prisão dele, a equipe de investigação do 29º Distrito Integrado de Polícia (DIP) recebeu informações do novo endereço de Jhones, e nesta segunda-feira foi ao local e encontrou as drogas. Jhones estava sendo procurado desde o último dia 12 de outubro, quando os policiais militares encontraram sete porções grandes de cocaína, 299 porções de maconha, 200 pinos com cocaína, além de um cofre com R$ 6 mil em espécie e joias, escondidos em sua antiga residência.

Por Thais Gama

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