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Vigilante é assassinado a tiros no Inpa

 O corpo será sepultado no município de Codajás (a 239 quilômetros de Manaus) - foto: divulagação

O corpo será sepultado no município de Codajás (a 239 quilômetros de Manaus) – foto: divulgação

O vigilante Luzivan Gonçalves dos Santos, 33, foi assassinado na noite deste domingo (19) por volta de 23h, após seis homens armados invadirem o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Av. General Rodrigo Otávio, bairro Petrópolis, Zona Sul, para roubar armas e caixas eletrônicos instalados na sede do órgão.

Segundo o vigilante Fabiano Remédio, 27, os seis homens entraram no local sem serem percebidos. Um dos vigilantes que fazia a ronda, identificado como Cleibson Cruz, foi rendido e forçado a abrir a porta da guarita 1, onde Luzivan estava.

“Ao bater na porta Luzivan percebeu que Cleibson estava na companhia de homens desconhecidos e questionou quem eram os ‘caras’. Depois de resistir, um dos criminosos atirou contra o colega, que revidou”, comentou Fabiano.

Após o crime os seis homens fugiram em um veículo modelo Siena, cor preta, placas não identificadas. De acordo com a polícia, a intenção dos criminosos era levar as armas dos vigilantes, render todos e depois assaltar os caixas eletrônicos – Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, além de uma agência bancária do Santander.

“Acreditamos que os seis criminosos tinham a intenção de roubar as armas dos vigilantes e depois saquear os caixas eletrônicos”, disse.

Conforme o inspetor de segurança, Rafael Bastos, 29, o vigilante morto estava há três anos na empresa Amazon Security e o grupo dará toda a assistência necessária aos familiares.

No Instituto Médico Legal (IML), os familiares informaram que Luzivam era casado e deixou duas filhas. O corpo será sepultado no município de Codajás (a 239 quilômetros de Manaus).

O crime será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Câmeras do circuito de segurança fixados na guarita gravaram toda a ação dos criminosos e as imagens repassadas à polícia ajudarão na identificação dos autores.

Por Josemar Antunes

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