Economia

No AM mais 7 agências aderem à greve dos bancários; categoria deve negociar nesta sexta com Fenaban

A greve dos bancários, que começou há dois dias, continua nesta quinta-feira (8) em todo o país. No Amazonas, mais sete agências aderiram à paralisação geral e, somando-se às que já estavam com as atividades suspensas, o número sobe para 67.

As negociações com a categoria serão reiniciadas nesta sexta (9), em São Paulo, em reunião com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para novas negociações.

Em Manaus, além das 52 agências em greve, mais seis, de bancos privados, como Santander e Bradesco, aderiram ao movimento. Pelo interior, Coari se junta a outros nove municípios que já tinham agências bancárias sem funcionamento.

Reivindicações

A categoria reivindica reajuste salarial de 14,78%, dos quais 5% de aumento e 9,31% de reposição da inflação, além de outros benefícios, como contratações de mais bancários, metas menos abusivas, mais segurança e, em alguns casos, plano de saúde.

Os grevistas pedem ainda o piso salarial fixado em R$ 3.940,24, vales-alimentação, 14º salário, além da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários, mais R$ 8.297,61.

Proposta da Fenaban

A proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) inclui reajuste de 6,5%, mais R$ 3 mil de abono. O Comando Nacional dos Bancários diz que essa proposta representa perda real de 2,8% (ao descontar a inflação de 9,57%).

Para a Fenaban, se somados o abono e o reajuste, haverá “ganho superior à inflação na remuneração do ano da grande maioria dos funcionários do sistema bancário”.

A proposta ofertada, segundo Nindberg Barbosa, soa como “um insulto para a categoria”, pois segundo o presidente da Seeb-AM, não contempla a reposição da inflação dos últimos meses.

Por equipe EM TEMPO online

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subir