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Nesta terça, professores da Ufam decidem se haverá greve

Os professores voltam a negociar  em Assembleia Geral, nesta terça-feira (9), se haverá greve da categoria ou não  – foto: divulgação

Os professores voltam a negociar em Assembleia Geral, nesta terça-feira (9), se haverá greve da categoria ou não – foto: divulgação

Os professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) voltam a negociar  em Assembleia Geral, nesta terça-feira (9), se haverá greve da categoria ou não. O ato está previsto para às 14h, no Auditório Eulálio Chaves, no Setor Sul do Campus. A última Assembleia Geral aconteceu no último dia 26 de maio, mas foi suspensa após tumulto entre os servidores com membros da comissão da Associação dos Docentes da Ufam.

A categoria em Manaus é contra a validade de votos dos campi em Benjamin Constant, Coari, Humaitá e Parintins.

Durante o debate de negociações, o presidente da Adua, José Alcimar Oliveira, era a favor da contabilização dos votos dos servidores das universidades do interior do Estado do Amazonas. “Os professores das instituições acadêmicas têm os mesmos direitos que os da sede de Manaus”, disse.

Na ocasião, os professores, lotados nas instituições do interior, registraram, em ata, suas reivindicações com assinaturas e enviaram à comissão, porém, companheiros da categoria, em Manaus, não aceitavam os votos durante as negociações de greve.

De acordo com assessoria da Ufam, a Assembleia Geral contará com votos de professores sindicalizados ou não no processo de reivindicações pela categoria.

As principais reivindicações dos professores são: a defesa do caráter público da universidade; melhores condições de trabalho; garantia de autonomia; a reestruturação da carreira; e a valorização salarial de ativos e aposentados.

Durante a Assembleia Geral, uma lista presencial será assinada, onde os professores irão receber o cartão de votação. Os docentes deverão apresentar documento de identificação funcional (crachá ou comprovante de rendimentos mais documento oficial com foto). A lista de presença será recolhida uma hora após o início da Assembleia.

No último dia 14 de maio, os docentes já haviam aprovado, com 67 votos favoráveis, o indicativo de greve a partir do dia 29 de maio. Em âmbito nacional, a categoria está em greve desde o dia 28 de maio – com 24 universidades já tendo deflagrado movimento paredista – assim como os técnicos da Ufam que também deflagraram greve, no dia 28.

Por Josemar Antunes (especial EM TEMPO Online) e assessoria

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