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‘Não vim me esconder no Nacional’, diz Max Willian

Atleta disputou a Série C do Campeonato Brasileiro em 2015 e chega para ser o camisa 10 do Leão da Vila - foto: divulgação

Atleta disputou a Série C do Campeonato Brasileiro em 2015 e chega para ser o camisa 10 do Leão da Vila – foto: divulgação

As comparações com Danilo Rios são inevitáveis. Assim como o ex-ídolo nacionalino, Max Willian é meia, habilidoso, cerebral e, mais do que isso, a semelhança na aparência chama atenção. Ele é branco, calvo, podendo, inclusive, confundir aqueles torcedores menos desavisados. A diferença é com a bola nos pés, já que o recém-chegado jogador é destro.

Se DR10 fez uma temporada bem abaixo do esperado neste ano e não ajudou em nada o Nacional na Série D do Campeonato Brasileiro, o novo reforço do Leão da Vila Municipal, ao menos no discurso, diz ter vindo a Manaus para fazer de 2016 um ano bem diferente e alegre para a torcida leonina.

Natural de Roncador, no Paraná, Max Willian Ossak Teodoro Dutra tem 30 anos e um extenso currículo no futebol nacional. Na última temporada defendeu as cores do ASA de Arapiraca de Alagoas na Série C. Lá, conseguiu chegar às quartas de final, sendo eliminado pelo Tupi-MG. No clube nordestino, jogou ao lado do volante Cal, também contratado pelo Nacional para 2015.

O jogador conversou com a equipe do Pódio e falou sobre sua carreira e expectativa no maior campeão amazonense. “Antigamente, vir para Manaus era se esconder do futebol, mas isso não é mais uma realidade. Nós escutamos falar muito bem do Nacional em todo o Brasil”, disse.

PÓDIO – Qual sua expectativa para a temporada de 2016?

Max Willian – São as melhores possíveis. O projeto é muito bom. O time já vem nesse projeto rumo à Série C há alguns anos, e a gente veio com a mentalidade de subir mesmo. Nós todos vamos ganhar se conseguirmos o acesso, o time, e nós (jogadores), que seremos valorizados. Antigamente, vir para Manaus era se esconder do futebol, mas isso não é mais uma realidade. Já tive alguns amigos que jogaram aqui, e nós escutamos falar bem do Nacional em todo o Brasil.

PÓDIO – Por que o Nacional?

MW – Porque tenho alguns amigos que vieram para cá e pelo professor (Heriberto da Cunha) já ter trabalhado em clubes grandes e para abrir novas oportunidades também. Conhecer um outro treinador é sempre bom. Vamos trabalhar com ele e acreditar que se ele conseguiu coisas boas, vai nos ajudar.

PÓDIO – Você é meia. Quais suas características?

MW – Sim, sou um meio-campista bastante passador e forte na movimentação. Gosto de tocar, mas aparecer na área também para finalizar. Gosto de ser o responsável pela bola parada, cobrar falta, escanteio. Quero me aprimorar o quanto mais puder.

PÓDIO – Quantos anos no futebol?

MW – Estou com 30 anos e saíi de casa com 15. Já é metade da minha vida dedicada ao futebol. Parei um pouco quando tive uma filha, mas ao todo são 15 anos. Sou casado e tenho uma filha de 12 anos. Fui pai muito cedo, com 17 anos.

PÓDIO – Fale um pouco da sua carreira.

MW – Comecei no Paraná, que é meu Estado. Lá comecei no Rio Branco. Depois joguei no Rio Ostrense, do Rio de Janeiro. Também atuei no Juventus de Santa Catarina, depois Metropolitano, também de Santa Catarina, onde disputei a Série D em 2013, quando brigamos pelo acesso como Juventude–RS, mas infelizmente perdemos para eles no mata-mata. Joguei a Série D também pelo Maringá em 2014 e esse ano de 2015 eu joguei a Série C pelo ASA. Agora estou aqui na expectativa de um ano vitorioso.

Por Thiago Botelho e assessoria

1 Comment

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  1. Edson

    18 de dezembro de 2015 at 00:36

    Novo MW-10 do Naça

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