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Nacional vence Remo em duelo de leões na Arena da Amazônia

 Partida terminou empatada, o que levou a disputa do troféu para os pênaltis. Neles, o Leão amazonense levou a melhor e converteu as cinco cobranças - foto: Diego Janatã


Partida terminou empatada, o que levou a disputa do troféu para os pênaltis. Neles, o Leão amazonense levou a melhor e converteu as cinco cobranças – foto: Diego Janatã

Em jogo acirrado, com gols em menos de três minutos, três cartões amarelos e 39 faltas, o Nacional venceu o Remo, do Pará, em cobrança de pênaltis durante o amistoso realizado às 18h da noite deste domingo (14), na Arena da Amazônia. O triunfo garantiu o troféu ‘Leão Forte da Amazônia’, criado pelo próprio Naça, como forma de criar um atrativo a mais para atrair o torcedor.

O primeiro gol a enlaçar a rede do Nacional foi cometido ainda nos primeiros minutos de partida pelo atacante Ciro, camisa 9 do Remo, que abriu o placar aos 1’27 minuto, seguido do jogador Rodrigo Dantas, também camisa 9 do Nacional, aos 2’30 minutos de partida.

A partida terminou empatada em 1×1, o que levou a disputa do troféu para os pênaltis. Na cobrança das penalidades máximas, o Leão amazonense levou a melhor e converteu as cinco cobranças. Léo Paraíba disperdiçou para o Remo e o Naça fez 5 a 3. Fim de jogo e festa no estádio da Arena da Amazônia.

Público

Presente no estádio, o professor Guilherme Rodrigues, 35, reconheceu o preparo do time do Nacional. “Realmente eu entendi que a jogada dessa noite serviu de aprendizado pois os times precisam se preparar para entrar em campo. Eu sou paraense, mas eu percebi que o Nacional se preparou bem melhor”, explicou ele, que veio na companhia de amigos.

O jogo gerou arrecadação de, aproximadamente, R$ 49 mil. O público presente foi chegando devagar, mas até o final da partida, 3.753 assistiam ao clássico. De acordo com o dono do gol que deu vitória ao campeão da Vila, o meio-campista Charles, camisa 8, o resultado foi efeito de treinos e união do time. “Foi importante para mim e para os meus companheiros. Sabíamos que ia ser difícil, mas graças a Deus, demos conta do recado”, afirmou. O goleiro do Remo, Fernando Henrique, avaliou a perda da jogada durante os pênaltis como aprendizado. “Estou tranquilo com o resultado. Infelizmente não pude acompanhar meus companheiros nos pênaltis, mas pelo jogo que eu fiz, fui bem sim. Isso é resultado da perseverança do time, que lutou até o final”, lamentou o goleiro que já atuou no Fluminense e Ceará.

O jogo inaugural da Arena da Amazônia também foi realizado pelos times do Nacional e Remo, no dia 9 de março de 2014.

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