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Nacional superou o Fast em amistoso em clima de rivalidade

 Em amistoso disputado na Colina, o Leão da Vila venceu o Fast no clássico “Pai e Filho” por 2 a 1 e muita polêmica- foto: Diego Janatã


Em amistoso disputado na Colina, o Leão da Vila venceu o Fast no clássico “Pai e Filho” por 2 a 1 e muita polêmica- foto: Diego Janatã

Em um amistoso marcado por muita confusão e pouco futebol, mas belos gols, o Nacional venceu o Fast Club por 2 a 1 no Estádio Ismael Benigno (Colina), no sábado (30). O clássico ‘Pai e Filho’ foi recheado de lances polêmicos, xingamento da torcida e invasão de campo por parte da direção do Tricolor.

Com mais experiência e uma folha salarial bem mais vistosa do que o da molecada no Fast, o Naça cadenciou o ritmo de jogo nos primeiros minutos, e logo aos 2 minutos de bola rolando o atacante Osvaldir cabeceou forte no meio do gol para grande defesa do goleiro Saul. O Fast só levou perigo aos 23 minutos, numa jogada entre Geraldo para Robson, em que o camisa 7 bateu cruzado mas ninguém apareceu para marcar.

Aos 23 o Nacional abriu o placar com um lindo chute de fora da área do camisa 10 Charles, que encobriu o goleiro adversário.

Melhor na partida, o Leão da Vila dominava o jogo até os 41 minutos da primeira etapa quando Serginho Duarte, em uma bola sobrada da linha de fundo, acertou um chute com perfeição e fazendo mais um gol bonito, empatando a partida para o Fast. Na saída para o intervalo os torcedores do Nacional vaiaram o time que não conseguia fazer um bom jogo.

Na volta para a segunda etapa o roteiro se repetiu. O Nacional dominando o meio, mas sem conseguir boas trocas de passes. Apenas aos 19 minutos, após uma disputa de bola área entre o goleiro Saul e o zagueiro Fabiano, o jogador acertou uma bicicleta e marcando a virada do time nacionalino e dando início a muita confusão.

Após o gol do Naça os jogadores do Fast foram reclamar do árbitro da partida, Reginaldo Vasconcelos. Ao perceber a confusão o técnico Darlan Borges e o vice-presidente do Fast, Cláudio Nobre entraram em campo visando conter os ânimos dos atletas, mas acabaram piorando, pois a Polícia Militar entrou em ação paralisando a partida por mais de 5 minutos.

Após a confusão e vaias da torcida, os jogadores do Fast ameaçaram deixar o campo, mas foram convencidos a dar continuidade ao jogo. Depois da confusão o árbitro expulsou o técnico Darlan Borges, que teve de assistir o restante da partida da arquibancada.

Quando a bola voltou a rolar, o jogo permaneceu o mesmo, com o Nacional aparentemente sem ritmo, e a molecada do Fast acelerando, tendo, inclusive, com diversas chances de empatar e até virar o placar. Mas não houve tempo para reação e o resultado terminou com a vantagem para o time nacionalino.

Por Stênio Urbano

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