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Nacional, Fast e Iranduba entram em campo semana que vem em partidas em Manaus

Jogos na próxima semana promete agitar o futebol amazonense - fotos: Janailton Falcão

Jogos na próxima semana promete agitar o futebol amazonense – fotos: Janailton Falcão

O próximo meio de semana promete agitar o futebol amazonense. Antes sem opção – por conta do Estadual que será disputado apenas no segundo semestre -, agora o torcedor local poderá acompanhar três partidas em dois dias.  Na próxima quarta-feira (23), as meninas do Iranduba enfrentam o Corinthians na Arena da Amazônia Vivaldo Lima, pela primeira rodada da segunda fase do Campeonato Brasileiro. Já no dia seguinte (24), pela Copa Verde, o Fast encara o Paysandu às 18h, no mesmo lugar. Às 20h30, é a vez do Nacional defender as cores do Estado também pela competição regional. O Leão da Vila Municipal duela contra o Remo, no estádio Ismael Benigno (Colina).

Após ser eliminado dentro de campo, o Fast foi surpreendido com a volta à Copa Verde após o Águia de Marabá-PA ser punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por atuar com um jogador irregular. O lateral-direito Léo Rosa foi expulso em 2015 diante do Goiás, quando ainda atuava pelo Independente-PA, e não poderia atuar no primeiro jogo contra o Tricolor, realizado na arena. Por conta disso, o time amazonense irá enfrentar o Paysandu na quinta-feira (24).

O vice-presidente do Fast, Cláudio Nobre, afirmou que a diretoria foi pega de surpresa com o anúncio do retorno à Copa Verde. Agora, o Rolo Compressor busca por alternativas viáveis para reforçar a equipe sub-20 que treina para disputar o Estadual da categoria.

“Não tivemos tempo de nada. A diretoria está vendo algumas peças que podem ser contratadas para fortalecer a equipe diante de um forte adversário que é o Paysandu. Vamos fazer contratações pontuais. Nosso técnico, Darlan Borges, está estudando nomes e vamos correr atrás”, disse Nobre, que confirmou Sergio Duarte como coordenador de futebol da equipe.

A partida está marcada para ser realizada na Arena da Amazônia. 7 mil ingressos serão colocados à venda para a partida.

“Vamos cobrar o mesmo valor do jogo contra o Águia. Será R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia. Colocaremos um primeiro lote de sete mil ingressos. Caso a procura seja maior, vamos colocar mais. Ainda não sabemos se a CBF irá repetir a campanha da troca de entradas por material recicláveis. Caso aconteça, será bom para a gente”, disse o dirigente que, questionado sobre o acontecimento de duas partidas no mesmo dia, apostou em bons públicos para ambos os duelos.

“Acredito que teremos um bom público. Isso não será dificuldade. São dois jogos na mesma cidade, mas com os dois times com as duas maiores torcidas do Norte. Fora isso, ainda temos uma colônia paraense muito forte na cidade”, concluiu Cláudio.

Hulk inicia caminhada na 2ª fase

Com muito talento e vontade, a equipe feminina do Iranduba surpreendeu a todos os amazonenses com belas partidas na primeira fase do Campeonato Brasileiro. Colocada no grupo 1 ao lado das potencias nacionais, Ferroviária-SP e Santos, as meninas do Hulk terminaram em segundo lugar com oito pontos. Na segunda fase, o time comandado pelo treinador Felipe França está no grupo 6, que conta com São José, Corinthians e Flamengo.

O primeiro confronto será contra o alvinegro paulista. Sem ter tempo a perder e com a ambição de surpreender mais uma vez, o Iranduba intensificou os treinamentos. Buscando se adaptar ao gramado da arena, o time treinou na última quarta-feira (16) no local do duelo.

Sabendo que diante de grandes equipes, cada detalhe faz a diferença, Felipe admitiu que está buscando ajustar a marcação do time, principalmente para pressionar a saída de bola do adversário. Fora isso, outra instrução é que as meninas valorizem a posse de bola durante os 90 minutos de partida.

“Já temos um estudo da equipe adversária e sabemos que em alguns momentos elas vão pressionar a nossa saída. Temos que fazer a mesma coisa e utilizar o fator campo para ser um algum a mais para nos na busca por mais uma vitória. A equipe que fica com a bola, acaba não sendo pressionada e ainda faz o time adversário correr atrás. Temos que fazer o time delas cansar”, analisou França.

Por Thiago Fernando

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