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Na Zona Norte, pedreiro é encontrado morto no banco traseiro do próprio carro

Durante a perseguição policial, o motorista perdeu o controle do carro e colidiu com um poste - fotos: divulgação/PM

Durante a perseguição policial, o motorista perdeu o controle do carro e colidiu com um poste – fotos: divulgação/PM

O pedreiro José Rodney Gonsalves Regis, 59, foi encontrado morto no banco traseiro do próprio carro, um Palio de placa JXB-5988, após uma perseguição policial, na avenida Secundária, bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus. O fato ocorreu por volta das 2h desta quinta-feira (19).

De acordo com informações de policiais militares da 15ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), a guarnição realizava uma blitz no bairro, quando o veículo se aproximou e, após perceber a barreira policial, o condutor acelerou, saindo em disparada.

Durante a perseguição policial, o motorista perdeu o controle do veículo, derrapou na pista e colidiu com um poste de iluminação pública. Após a batida, dois homens não identificados saíram do carro e fugiram por um matagal sem serem identificados.

Ao se aproximar do veículo, os policiais observaram que tinha uma pessoa desacordada no banco traseiro.

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas quando a equipe chegou ao local, constatou que a vítima estava morta.

A polícia informou que, provavelmente, o homem tenha morrido antes da colisão, já que ele tinha marcas de agressão física pelo corpo e uma perfuração na cabeça. Porém, até o momento, o Instituo Médico Legal (IML) não divulgou o laudo preliminar das causas da morte.

Uma mulher que não teve o nome divulgado informou à polícia que a vítima estava em via pública quando foi abordada pelos suspeitos, que agrediram o pedreiro e em seguida o colocaram dentro do veículo, fugindo em rumo ignorado.

Familiares da vítima informaram à polícia não saber se José Rodney tinha algum envolvimento com o tráfico de drogas. Para eles, o crime seria um latrocínio (roubo seguido de morte), mas a polícia não soube informar se foi levado algum pertence da vítima.

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Por Mara Magalhães

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