Dia a dia

Mulheres recebem acompanhamento psicossocial no Justiça Itinerante

As mulheres vão receber companhamento de psicólogos e assistentes sociais cedidos pelo próprio Tjam - foto: divulgação

As mulheres vão receber companhamento de psicólogos e assistentes sociais cedidos pelo próprio Tjam – foto: divulgação

Identificar as necessidades das mulheres que buscam atendimento no projeto Justiça Itinerante é uma das metas do Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam), nesta semana de Dia das Mães. Para tanto, a presidente do Tribunal, desembargadora Graça Figueiredo, solicitou que as mulheres tenham prioridade no atendimento e recebam um acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais cedidos pelo próprio Tjam, do 1º e 2º Juizado Especializado no Combate a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, também conhecidos como Varas Maria da Penha.

Atualmente, o Justiça Itinerante atua no Centro de Convivência Familiar Padre Pedro Vignola, no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus.

Esta ação faz parte da campanha “Cabeça de Mulher”, integrante do projeto Justiça Pela Paz em Casa – Essa Nossa Justa Causa”, ambos criados pela vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia.

“É um trabalho de orientação, de prestação de informações com profissionais da área e também de encaminhamento para quem possa resolver o problema. É uma oportunidade para as mulheres procurarem os nossos serviços e receber orientação sobre seus direitos e o que quiserem se informar, tendo o encaminhamento devido”, explicou o juiz de Direito, Alexandre Novaes, coordenador do Justiça Itinerante no Tjam.

A assistente social Celi Cavalcante, do 1º Juizado Maria da Penha, ressaltou que o objetivo é recolher informações para uma intervenção mais qualificada. “Fomos convidados a fazer parte deste trabalho e vamos acolher as mulheres em situação de violência, fazer um levantamento de quem são essas mulheres, como elas vivem e o que elas pensam”, destacou Celi.

Apoio às mulheres

Para a desembargadora Graça Figueiredo, a iniciativa vai ao encontro das atividades criadas pela ministra Cármen Lúcia. “Quando estive com a vice-presidente do STF, ela ressaltou a importância de oferecermos, além da assistência judicial, uma assistência psicológica às mulheres vítimas de violência doméstica. Portanto, solicitei que na semana do Dia das Mães, nossas mulheres tenham prioridade no seu atendimento, independentemente do caso no qual elas estejam envolvidas. Precisamos dar, cada vez mais, este tipo de apoio”, afirmou a presidente do Tjam.

Serviço

Na Justiça Itinerante, o cidadão poderá ajuizar ações no valor de até 20 salários mínimos, sem advogado, na área cível (para cobrança de dívidas, indenização por danos materiais e morais, questões de direito do consumidor, entre outras) e ações de natureza consensual na área de família, como pensão alimentícia, divórcio, guarda de filhos e reconhecimento voluntário de paternidade.

As atividades são desenvolvidas com o auxílio de advogados voluntários, além de servidores do Tribunal.

Com informações da assessoria

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