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Mulher tenta entrar no CDPM com celulares escondidos na roupa íntima da filha de 5 anos

 mãe confessou e tirou cinco celulares, três chips, um carregador e um cartão de memória dentro da roupa íntima da filha - foto: divulgação

A mãe confessou e tirou cinco celulares, três chips, um carregador e um cartão de memória dentro da roupa íntima da filha – foto: divulgação

Uma mulher foi flagrada tentando entrar com cinco celulares dentro da roupa íntima da filha de cinco anos no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), na manhã deste domingo (12). Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), a visitante Gerlane Silva Rodrigues foi conduzida ao 19º Distrito Integrado de Polícia (19º DIP).

Gerlane foi uma das primeiras a passar pelos procedimentos de revista assim que iniciou o horário de visitas na unidade, por volta das 5h. Ao passar pelo detector de metal com a filha no colo o equipamento acusou a presença de material proibido. Gerlane deixou a filha aguardando para passar pelo próximo procedimento de segurança, a raquete, onde uma agente de socialização passou o equipamento pelo corpo de Gerlane, detectando a presença de um fone bluetooth escondido no sutiã.

A visitante se mostrou nervosa, levantando suspeitas da existência de outros materiais mais graves escondidos. Os agentes desconfiaram de objetos dentro da roupa da criança. A mãe confessou e tirou cinco celulares, três chips, um carregador e um cartão de memória dentro da roupa íntima da filha.

Gerlane foi ao CDPM para visitar o companheiro, Sérgio Silva de Sales, do pavilhão 1 da unidade. A visitante foi encaminhada a uma sala na unidade para o registro da ocorrência e teve a autorização de visita suspensa por 30 dias, sendo posteriormente conduzida ao 19º DIP para os procedimentos de flagrante.

O secretário de Estado de Administração Penitenciária, Pedro Florencio, ressalta que as ocorrências de materiais apreendidos com visitantes nos procedimentos de revista estão sendo eficientes. “Estamos intensificando o combate à entrada de objetos ilícitos nas unidades prisionais. Os visitantes estão sendo impedidos de entrar com esses materiais graças aos equipamentos de segurança e a capacitação dos funcionários que estão devidamente instruídos para lidarem em situações como essa”.

Com informações da assessoria

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