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Mulher joga filho recém-nascido em caçamba e vai trabalhar; bebê morre

A criança nasceu viva, disse o delegado, e foi socorrida após um morador tê-la encontrado - foto: divulgação

A criança nasceu viva, disse o delegado, e foi socorrida após um morador tê-la encontrado – foto: divulgação

Mãe de outras cinco crianças, uma mulher de 36 anos é acusada pela polícia de ter jogado o próprio filho recém-nascido numa caçamba em Tarumã (distante 456 km a oeste de São Paulo) nesta segunda-feira (6). O bebê foi achado com vida por moradores, levado a um hospital, mas não resistiu e morreu.

Depois que jogou o menino na caçamba, a mulher, cujo nome não foi divulgado, foi trabalhar normalmente – num supermercado da cidade. Segundo o delegado João Rosa da Silva Filho, responsável pelo caso, a moça foi presa em flagrante por homicídio doloso e seria encaminhada ainda nesta segunda para a cadeia de Pirajuí, próximo a Bauru.

A suspeita realizou o parto em casa, de acordo com o delegado, enrolou a criança em uma coberta e abandonou o recém-nascido. O menino tinha cerca de três quilos e ainda estava com a placenta.

A criança nasceu viva, disse o delegado, e foi socorrida após um morador tê-la encontrado. Ele acionou a polícia e o menino foi levado a um hospital. Cidade a cerca de 90 km de Marília, Tarumã tem cerca de 14 mil habitantes.

O delegado informou que, inicialmente, a mulher negou que estivesse grávida, e se dispôs a fazer um exame no hospital local para comprovar que não havia feito parto. “Porém, quando chegamos ao hospital, uma outra filha dela disse que a mãe estava grávida. Aí, ela confessou”, comentou o delegado.

A mulher alegou aos policiais que achou que a criança tivesse nascido morta, mas um laudo do IML (Instituto Médico Legal) confirmou que o menino nasceu vivo. Por enquanto, os outros cinco filhos da mulher vão ficar com a avó deles.

Segundo o delegado, ela tentou esconder a gravidez da família. O pai da criança morta, ainda de acordo com o delegado, seria um homem com quem ela teve apenas um relacionamento passageiro.

Por Folhapress

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