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Mulher é detida ao tentar entrar em presídio com aparelho eletrônico nas partes íntimas

 A mulher foi encaminhada ao 19º Distrito Integrado de Policia (DIP) -foto: Luís Henrique Oliveira

A mulher foi encaminhada ao 19º Distrito Integrado de Policia (DIP) -foto: Luís Henrique Oliveira

A desempregada Eliane Maria dos Santos Guedes, 32, foi detida com o filho um recém-nascido, no momento em que tentava entrar com aparelhos eletrônicos nas partes íntimas, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, localizado na rodovia BR-174, Zona Rural de Manaus. O caso ocorreu por volta das 11h30 deste domingo (27).

Conforme relatos da mulher, o carregador de celular, o fone de ouvido e um relógio seriam encaminhados para o esposo, Flávio de Matos, 31, preso há três anos por tentativa de homicídio. “Eu não sabia que seria pega. Não fiz por maldade. Estou desempregada e moro com minha sogra no bairro Cidade de Deus. Tentei fazer isso, mas não vou fazer isso outra vez, até porque eu posso prejudicar ainda mais meu esposo”, lamentou.

De acordo com informações da agente penitenciária Marijane Macêdo Marinho, 40, a mulher foi pega durante revista de rotina. “Ela entrou na máquina para realizar a revista e o equipamento disparou o alarme. Quando perguntamos dela sobre do que se tratava, ela negou, mas em seguida, disse que trazia o material nas partes íntimas para o marido”, relatou.

O delegado plantonista do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Antônio Maia, informou que a mulher foi ouvida e deverá responder por crime de favorecimento real. “Essas situações não podem acontecer. Ela vai responder um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e ser liberada em seguida”, lembrou.

Ainda na manhã, por volta das 9h, segundo registros do 19º DIP– onde o caso foi registrado, outra mulher tentou entrar no presídio, com uma frauda recheada de dinheiro. A quantia de aproximadamente R$ 600 estava escondido dentro de uma frauda de criança, além de bijuterias. Ela também estava com um filho pequeno de aproximadamente 1 ano de idade. “Nesses casos, a pessoa deve responder por processos administrativos determinados pela própria direção do complexo penitenciário”, concluiu o delegado.

 

Por Luís Henrique Oliveira/ Jornal Agora

1 Comment

1 Comment

  1. Carlos Z O Junior

    27 de março de 2016 at 21:13

    Vamos corrigir essa “frauda”… O correto é “fralda”.

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