Dia a dia

Mulher é assassinada com três tiros na comunidade Lago Azul

De acordo com uma perita que estava no local, a vítima estava com perfurações no ombro, pescoço e mais de uma perfuração na cabeça - foto: Arthur Castro

De acordo com uma perita que estava no local, a vítima estava com perfurações no ombro, pescoço e mais de uma perfuração na cabeça – foto: Arthur Castro

Um casal, ainda não identificado pela polícia, é suspeito de assassinar com mais de três tiros uma mulher, com idade entre 20 e 25 anos. O crime ocorreu por volta das 11h30 desta segunda-feira (13), em uma área de mata, ao lado do condomínio Paraíso, comunidade Lago Azul, bairro Santa Etelvina, Zona Norte. Há suspeitas que o crime tenha ligação com o tráfico de drogas.

Uma testemunha informou ao EM TEMPO que um casal foi visto passar correndo na rua Acássia Negra, mesmo bairro, minutos depois dela escutar três disparos de arma de fogo. “Não sei quem é a vítima, nem se é do bairro. Se ela passou na ida com o casal não temos como saber. Mas deu pra escutar os três disparos de arma de fogo. Logo em seguida, um homem ,trajando uma calça jeans, e uma mulher passaram correndo pelo campo”, disse.

De acordo com uma perita que estava no local, à vítima estava com perfurações no ombro, pescoço e mais de uma perfuração na cabeça.

“Conseguimos identificar as marcas nesses dois locais com precisão. Na cabeça dá pra saber que tiveram disparos, mas pela quantidade de sangue, só vamos precisar os tiros no exame realizado no Instituto Médico Legal (IML)”, informou uma perita que preferiu não ser identificada, ressaltando que os pares de sandália encontrados nas proximidades do corpo da vítima não podiam ser levados porque o local não foi preservado.

Policiais da 26ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) chegaram a fazer patrulhamento na área para tentar localizar os suspeitos, mas eles não foram encontrados.

O crime foi encaminhado à Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS). Conforme a assessoria da Polícia Civil, a autoria do crime seguia desconhecida, até o momento desta postagem.

Por Thaís Gama

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