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MP-AM e entidades instalam Fórum de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos no AM

MP-AM

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Foi instalado nesta sexta-feira (19), em Manaus, o Fórum de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos no Amazonas.

A solenidade de instalação foi realizada na sede do Ministério Público do Amazonas, no auditório Carlos Alberto Bandeira de Araújo e contou com a presença de várias autoridades, entre elas, o Procurador-Chefe do Ministério Público Federal no Amazonas, Edmilson Barreiros , o Secretário da Sepror, Sidney Leite , que na ocasião representou o Governador José Melo e o Deputado Estadual Luiz Castro, Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Estado. Vários órgãos e entidades que realizam atividades ligadas ao setor da agroecologia também estiveram presentes, além de estudantes e produtores rurais.

Um dos convidados que vieram ao estado especialmente para a Cerimônia foi o Coordenador do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, Pedro Serafim.

O Fórum estadual já nasce robusto, com a adesão de 29 entidades e instituições fundadoras, como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Fiocruz, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), INCRA, Movimento de Mulheres Camponesas, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) e Associação de Produtores Orgânicos do Amazonas (APOAM).

O objetivo é proporcionar um debate às questões relacionadas aos produtos agrotóxicos e transgênicos, de modo a fomentar ações integradas de proteção à saúde do trabalhador, consumidor, da população e do ambiente ante aos males causados por estes.

O Ministério Público do Amazonas irá coordenar o Fórum em conjunto com os Ministérios Públicos Federal e do Trabalho. A coordenação geral dos trabalhos está sob a responsabilidade da Promotora de Justiça do MP-AM, Aurely Pereira de Freitas, como Coordenador Adjunto o Procurador da República, Rafael da Silva Rocha e o Procurador do Ministério Público do Trabalho, Jorsinei Dourado do Nascimento, como Secretário-Executivo.

Coube ao Procurador-Geral de Justiça Fábio Monteiro decretar oficialmente a instalação do Fórum Amazonense”. É um tema extremamente relevante, as leis não são cumpridas, os equipamentos, os agrotóxicos sequer têm a identificação correta, os Órgãos de controle, em muitos casos, não operam como deveriam, então o objetivo é reunir todas as instituições ligadas ao problema, afim de discutir questões e propor soluções pra fiscalizar e orientar os trabalhadores, os fabricantes e comerciantes que lidam com esse tipo de veneno pra que , no mais curto espaço de tempo, o alimento chegue melhor à mesa da população”, destacou o PGJ.

De acordo com a Coordenadora Geral do Fórum, Promotora de Justiça Aurely Freitas, o Fórum vai se reunir a cada dois meses podendo haver reuniões extraordinárias onde serão formuladas propostas, estratégias de fiscalização e divisão de tarefas para os membros, de acordo com a área de atuação de cada um para o cumprimento de metas.” Nós vamos atuar por meio de campanhas, audiências públicas, semanas de mobilização, queremos trabalhar tanto com o agricultor quanto com a população que consome”, destacou a Coordenadora.

Com informações da assessoria

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