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Mototaxista é assassinado com tiro na cabeça, no Colônia Antônio Aleixo

A vítima conduzia a motocicleta, quando foi abordada por um desconhecido - foto: Josemar Antunes

A vítima conduzia a motocicleta, quando foi abordada por um desconhecido – fotos: Josemar Antunes

O mototaxista João Bosco Moreira de Souza, 46, conhecido como ‘Jackie Chan’, morreu com um tiro na testa, na tarde desta sexta-feira (10), na rua Nova República, bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus.

Segundo testemunhas, a vítima conduzia a motocicleta, quando foi abordada por um desconhecido que também conduzia uma moto de cor branca, placa não identificada. A vítima e o suspeito começaram discutir sobre peças de moto e, em seguida, o homem sacou a arma e atirou na testa de João Bosco, que acabou morrendo no local.

Após o crime, o assassino fugiu na moto em rumo ignorado pelas ruas do bairro sem ser identificado. A vítima ainda chegou a ser atendida por uma técnica de enfermagem, mas já estava morto.

De acordo com os policiais militares da 28ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), Fábio Castro e John Henrique, que atenderam a ocorrência, a família relatou que a João Bosco havia presenciado um assalto a uma drogaria do bairro.

“Como a vítima era amiga do proprietário da drogaria, a família acha que essa tenha sido a motivação para o crime, já que os supostos assaltantes haviam sido delatados à polícia”, declarou.

Outra versão para o crime seria que a vítima estaria envolvida no homicídio do proprietário do Flutuante Natureza, situado no mesmo bairro.

Durante os procedimentos de polícia, peças de motocicletas encontradas no bolso da vítima foram recolhidas para perícia.

Moradores chegaram a comentar que João não tinha envolvimento com tráfico de drogas e que era uma pessoa de boa índole. Ele trabalhava como mototaxista há muitos anos no local.

Em consulta ao site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), não existe nada que desabone a conduta da vítima.

O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) vai investigar o caso.

Por Josemar Antunes

 

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