Dia a dia

Mototaxista é assassinado após reagir a assalto na Zona Oeste

A vítima teria travado luta corporal com a dupla, pois não queria entregar a moto. foto: Divulgação.

A vítima teria travado luta corporal com a dupla, pois não queria entregar a moto. foto: Divulgação.

O mototaxista Gabriel Peaschoalim, 33, foi morto com dois tiros, que atingiram a axila direita e o ombro esquerdo, após se recusar a entregar sua motocicleta modelo Titan 150, de cor preta e placa não identificada a dois assaltantes. O crime aconteceu por volta de 15h desta quarta-feira (30), na rua Surucuá, comunidade Campos Sales, Tarumã, Zona Oeste de Manaus.

De acordo com o soldado da 20º Companhia Interativa Comunitária (Cicom), Gleiser Corrêa, que atendeu a ocorrência, os assaltantes ainda não foram identificados, mas são suspeitos de tentar cometer um assalto na mesma comunidade horas antes do crime.

“Por volta de 14h30 essa mesma dupla tentou roubar uma motocicleta na avenida Praia da Futuro, aqui no bairro. Eles deram um tiro no pé da vítima e fugiram, mas como o alarme do veículo travou eles abandonaram a moto e fugiram. Depois viram esse mototaxista aqui sozinho e cometeram o latrocínio”, disse.

Conforme o soldado Corrêa, a vítima teria travado luta corporal com a dupla, pois não queria entregar a moto. Um homem que passava pelo local, mas que não teve o nome revelado, assistiu toda a ação e não pode fazer nada para salvar o mototaxista. Ainda de acordo com o soldado, além de roubar a moto, a dupla levou o aparelho celular, a carteira e os documentos da vítima.

“Não sei se as casas dessa rua (onde ocorreu o crime) possuem câmeras de vigilância, mas tem uma testemunha que pode ajudar, pois viu toda a ação. A polícia ainda fez buscas por aqui, mas não conseguiu localizá-los”, comentou.

O mototaxista Fernando Peaschoalim, 34, que é irmão da vítima, contou que ambos trabalhavam com o serviço de mototaxi há 1 ano, mas nunca haviam sido assaltos. Ele disse ainda que no momento do crime o irmão tinha acabado de fazer uma corrida e deixado o cliente em casa. “Meu irmão era gente do bem, tinha um filho de 7 anos para criar. Queremos justiça”, lamentou.

O caso foi registrado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que já iniciou as investigações. Até o fechamento desta edição nenhum dos assaltantes haviam sido identificados.

 

Com informações de Michele Freitas

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