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Moradores cobram mais segurança durante protesto na zona Norte

Pouco mais de quarenta moradores do conjunto Manôa, zona Norte, bloquearam a principal via do bairro, pedindo mais policiamento nas ruas. Foto: Ione Moreno

Pouco mais de quarenta moradores do conjunto Manôa, zona Norte, bloquearam a principal via do bairro, pedindo mais policiamento nas ruas. Foto: Ione Moreno

Pouco mais de 40 moradores do conjunto Manôa, fecharam na tarde deste sábado (1º) a avenida Francisco Queiroz, Manôa, Zona Norte, em mais um protesto que pede º1ºações e políticas públicas de segurança para o bairro.

De acordo com o presidente da liga desportiva do bairro e um dos organizadores da manifestação,  Maurilio Marques o grande número de assaltos a residências e latrocínios foram as principais motivações para que fizessem a manifestação. “Estamos à mercê da violência e as autoridades se omitem. Pedimos mais viaturas e policiais que de fato nos protejam. Não aguentamos mais” salientou Maurilio.

Para chamar atenção para o ato os moradores utilizaram cartazes e balões brancos simbolizando a paz. Eles fecharam simultaneamente a principal avenida do bairro, no sentido bairro/centro, causando lentidão no trânsito.

Segundo a moradora Regina Silva, 34, moradora do conjunto Manôa há 29 anos, a falta de segurança é constante e pequenos roubos acontecem à luz dia. “Queremos mais segurança. Tenho dois filhos e fico apreensiva de deixá-los em casa sozinhos. Minha residência já foi assaltada duas vezes e em uma dessas vezes os assaltantes levaram o nosso veículo com um dos meus filhos como refém. Isso é inadmissível, pagamos impostos caríssimos para ficar na mão da bandidagem. Cadê nossas autoridades?”, questionou a moradora.

Conforme o organizador do ato, o conjunto Manôa conta atualmente com 900 moradias, além de comerciantes e microempresários que diariamente são alvo de criminosos.

Policiamento

De acordo com o tenente Tasso Alves da 6ª Cicom, responsável pelo policiamento da área do conjunto Manôa, os índices de pequenos furtos estão sendo combatidos revistas constantes e patrulhamento ostensivo com o apoio das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (ROCAM).
“Estamos seguindo a orientação do comandante da polícia militar que é de proteger a população e resguardar sua integridade física”, afirmou.

As ações da polícia, porém não estão satisfazendo a população e por isso Murilo informou que outras manifestações estão sendo programadas.
“Semana que vem estamos programando uma manifestação bem maior, onde vamos interditar a avenida principal do Manôa para cobrar com rigor a aplicabilidade dos programas para a segurança pública no Estado”, finalizou Maurilio.

Por Mairkon Castro

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