Dia a dia

Minorias do Estado ganham Centro de Referência em Direitos Humanos

Alguns serviços que serão oferecidos no local são de recebimento e encaminhamento de denúncias sobre violação dos direitos humanos - foto: Luis Henrique Oliveira

Alguns serviços que serão oferecidos no local são de recebimento e encaminhamento de denúncias sobre violação dos direitos humanos – foto: Luis Henrique Oliveira

Com foco no atendimento a minorias, como migrantes, idosos, mulheres vítimas de violência e população LGBT, entre outras, foi inaugurado na manhã desta segunda-feira (11) o Centro Estadual de Referência em Direitos Humanos ‘Adamor Guedes’, localizado na rua Major Gabriel, bairro Praça 14, Zona Sul da capital. O espaço servirá como apoio a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc).

A titular da pasta, Graça Prola, informou que o atendimento será realizado de forma efetiva, sem a necessidade de agendamentos. “Em princípio, o Centro irá funcionar de forma ininterrupta, atendendo todas as demandas que por acaso chegarem, uma vez que não faremos agendamento. Atenderemos também mulheres com o serviço de reabilitação e de reabilitação do agressor, além de pessoas que fazem uso de entorpecentes”, revelou.

O centro irá funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, no entanto, no segundo semestre deste ano, a previsão é de que realize atendimentos 24h.

Também segundo Graça Prola, a criação do centro é fundamental para implementar políticas de direitos humanos. “Avalio que era um serviço que faltava, é um serviço que vem para implementar a Política Estadual de Direitos Humanos, que é uma política que garante estratégias e que especialmente, atende as minorias”, ressaltou.

Alguns serviços que serão oferecidos no local são de recebimento e encaminhamento de denúncias sobre violação dos direitos humanos; orientação sobre os direitos humanos e seus segmentos; orientações jurídicas, sociais e psicológicas; educação em direitos humanos para informar lideranças locais, agentes públicos e estudantes, através de seminários, palestras e encontros; articulação intergovernamental para criar uma rede se serviços que permitirá trocas de experiências e conhecimentos; e apoiar a emissão de documentação civil básica.

Presente na solenidade, o governador José Melo falou sobre a integração da sociedade que sofre com problemas diários, em relação à direitos humanos. “É preciso que você tenha um local, de onde possa irradiar o trabalho, num sentido de integras essas minorias para a sociedade e também dar apoio a eles. Essa é a finalidade do centro”, concluiu.

O governador afirmou ainda que o Centro irá realizar trabalhos preventivos em escolas, hospitais e igrejas da capital, onde as demandas serão avaliadas por assistentes sociais e psicólogas, além de um grupo técnico.
Por Luis Henrique Oliveira

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