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Ministro nega problema de segurança e diz nadador foi assaltado fora dos Jogos

O ministro dos Esporte, Leonardo Picciani, afirmou que a segurança na Rio-2016 tem ocorrido “de forma absolutamente eficiente”. Referindo-se ao casos do nadador americano Ryan Lochte, assaltado a mão armada na madrugada deste domingo saindo da casa da França, na Lagoa, ele disse que o caso aconteceu fora da área dos Jogos.

“As delegações não tiveram problemas. Não podemos medir por um ou outro fato fora de locais de competições e fora do momento apropriado”, afirmou.

“Certamente nenhum atleta teve problemas em seu convívio, em seus treinos e na vila dos atletas”, completou.

Dono de 12 medalhas olímpicas, Lochte foi a uma festa no Club France, casa temática sobre a França na região da Lagoa Rodrigo de Freitas, acompanhado de Pereira e da mulher do brasileiro, Gabriela, além de outros nadadores. Eles estavam no local para comemorar o aniversário de um amigo em comum.

Lochte, Pereira e Gabriela deixaram o Club France no meio da madrugada e se separaram. O brasileiro e a mulher tomaram um táxi para um hotel onde ela está hospedada e o medalhista olímpico pegou outro, em direção à Vila Olímpica, localizada na Barra da Tijuca.

No caminho, o táxi de Lochte foi parado e assaltado. O Comitê Olímpico dos EUA afirmou que além de Lochte, outros três nadadores (Gunnar Bentz, Jack Conger e Jimmy Feigen) estavam no carro. Eles relataram ter o “táxi parado por indivíduos se passando por policiais armados” quando saíam da casa temática da França na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Segundo Pereira, o norte-americano está bem, já na Vila Olímpica. Ambos conversaram nesta manhã, depois de ligação feita pelo brasileiro.

Ileana Lochte, mãe do nadador, confirmou o incidente ao canal americano Fox Sports e disse que o filho entrou em contato logo após o ocorrido. Segundo o veículo, tanto ela como a namorada do atleta foram encontrá-lo após tomarem conhecimento da situação.

Patrick Sandusky, porta-voz do comitê norte-americano, afirmou que os bandidos “pediram o dinheiro dos atletas e outros bens pessoais”, mas que todos os quatro “estão seguros e cooperando com as autoridades”.

Por Folhapress

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