Economia

Mercado imobiliário reage em Manaus e mostra bons índices no mês de junho; quando vendeu R$ 110 milhões

O mercado imobiliário em Manaus apresentou reação positiva no mês de junho e a expectativa é que, nos próximos meses, os índices continuem a subir. Este foi o cenário desenhado pelo presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), Romero Reis, para o setor na capital amazonense durante coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (20), no Hotel Caesar Business, Zona Centro-Sul da cidade.

“O mercado imobiliário mostrou uma reação bastante interessante no mês de junho, totalizando R$ 110 milhões, por 338 unidades vendidas, praticamente fechando o primeiro semestre com vendas acima de meio bilhão de reais. Isso é motivo de satisfação para nós e temos indicativos que mostram que o mercado nos próximos deve dar uma reagida, os lançamentos devem voltar”, salientou Romero.

O presidente da Ademi-AM também acredita que os bancos vão melhorar as condições de financiamento e manter as taxas de juros compatíveis com o mercado. “A taxa-base deve entrar num viés de estabilidade nos próximos meses e esperamos que ocorra uma redução. Tudo isso com um pacote do governo federal que sinaliza criar um ambiente totalmente favorável”, completou.

Segundo a associação, o valor do metro quadrado em Manaus, atualmente, gira em torno de R$ 4.800, deixando a capital amazonense como a quinta mais barata do país em um total de 20 cidades pesquisadas.

“Aqui, você consegue encontrar produtos com a faixa do metro quadrado de R$ 3 mil até produtos de R$ 11 mil, em bairros mais nobres, produtos mais elitizados. Somos a quinta mais barata, mesmo com toda dificuldade que se tem aqui em termos de produção, em função das diferenças de alíquotas, frete as peculiaridades próprias da região”, ressaltou Romero.

Ainda de acordo com a pesquisa da Ademi, os locais mais procurados para compra na cidade estão situados nos bairros Ponta Negra, da Paz e Santa Etelvina.

“De 63 bairros cadastrados no Implurb [Instituto Municipal de Planejamento Urbano], 25 deles têm produtos de incorporadoras associadas à Ademi. Isso mostra uma diversidade, uma oportunidade enorme que o consumidor possui. E vai desde o ‘Minha Casa, Minha Vida’, espalhados pelas zonas Norte e Leste, até como produtos da classe média, os mais elitizados. Ou seja, hoje, o consumidor encontra uma gama enorme de opções de acordo com o gosto, com a capacidade de pagamento, ele pode fechar bons negócios”, encerrou o presidente da Ademi.

Por equipe EM TEMPO online

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