Economia

Mercado de trabalho do Amazonas registra recuo de 0,16% em julho

O mercado de trabalho amazonense iniciou o segundo semestre do ano com uma redução no mês de julho de 0,16%, o equivalente 672 empregos perdidos em comparação com o mês anterior. Com o resultado, o Amazonas ocupa a 17ª pior posição entre os Estados brasileiros e o Distrito Federal conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (25), pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social.

No período foram admitidos no Amazonas 10.007 pessoas, no entanto 10.679 trabalhadores foram desligados. Já nos primeiros sete meses do ano, foram empregadas 76.483 contra 92.533 demissões. De agosto de 2015 a julho de 2016, o nível de desemprego registrou retração de 7,75%, o equivalente a 141.173 admissões contra 176.157 desligamentos.

O maior volume de demissões foi registrado no setor de serviços (-1.149), seguido pela construção civil (-53), extrativa mineral (-20), serviços industriais de utilidade pública (-19), agropecuária (-11) e administração pública (-1).  Apesar do número de desligamentos o comércio e a indústria de transformação registraram admissões, com 308 e 273, respectivamente.

Nacional

O país fechou 94,7 mil postos de trabalho em julho, completando assim o 16º mês consecutivo de demissões superiores a contratações. Apesar de as demissões persistirem, a quantidade de vagas encerradas foi menor que em julho do ano passado, quando foram fechadas mais de 150 mil vagas.

Para o Ministério do Trabalho, esse resultado mostra uma “recuperação gradual da economia”. O ministro da pasta, Ronaldo Nogueira, avalia que, no segundo semestre, as contratações podem superar as demissões.

Mesmo com a melhora do resultado no mês passado, as demissões acumuladas de janeiro a julho representam o pior resultado da série histórica do governo, que começa em 2002. As demissões superaram as contratações em 623,5 mil vagas nos sete primeiros meses deste ano.

Por Kattiúcia Silveira e agência

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