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Menina de 9 anos foi morta por asfixia em Autazes, aponta IML

Laudo preliminar do IML apontou morte por asfixia - foto: reprodução/Facebook

Laudo preliminar do IML apontou que a estudante foi morta por asfixia – foto: reprodução/Facebook

O Instituto Médico Legal (IML) divulgou nesta segunda-feira (22), um laudo preliminar sobre a morte da criança de 9 anos idade, encontrada na última sexta-feira (19), no ramal do Tumbira na estrada do Rosarinho, município de Autazes (a 113 quilômetros de Manaus) com três perfurações pelo corpo.

De acordo com o laudo do IML, a estudante Grazielly Santos da Costa, foi morta por asfixia e  as perfurações encontradas no corpo foram provocadas pelas bicadas de urubu, descartando a primeira hipótese levantada pela polícia, vítima de tiros.

Investigação

As investigações do crime estão sob sigilo do titular da 39ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), delegado Eleandro Granja. Imagens de câmeras de segurança  instaladas em estabelecimentos comerciais e residências estão sendo utilizadas para entender o caso.

Após o crime, um veículo chegou a ser apreendido nas adjacências e levado para perícia. O inquérito policial trabalha com duas linhas de investigação para identificar o autor do assassinato. Familiares e amigos da vítima, que tiveram contato com a menina antes dela ser morta, já prestaram depoimentos à polícia.

Uma equipe composta de três investigadores da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) seguiram para o município na tarde desta segunda para ajudar a solucionar o crime.

O crime

O corpo da menina foi localizado em avançado estado de decomposição, por um mateiro da região por volta das 13h de sexta-feira (19), que acionou a polícia do município. Na ocasião, nenhum vestígio de estupro foi identificado no corpo  da menina, que apresentava perfurações no quadril e no tórax.

Segundo informações da polícia, a criança estava desaparecida desde a última quarta-feira (17), quando foi à escola e não retornou mais à residência ,onde morava com a família.

O caso foi registrado na 39ª DIP. A DEHS instaurou o inquérito policial para investigar o crime.

Por Josemar Antunes (especial EM TEMPO Online)

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