Dia a dia

Menina de 6 anos morre dentro de casa no Jorge Teixeira e há suspeita de homicídio

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) - foto: Josemar Antunes

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) – foto: Josemar Antunes

A pequena Kivia Ferreira da Silva, de apenas 6 anos, morreu na manhã desta quarta-feira (3), dentro da própria casa, na rua 5, bairro Jorge Teixeira, Zona Leste, sob circunstâncias ainda não esclarecidas, o que levantou na polícia suspeitas de homicídio.

A criança morava com a avó materna, Maria Iolanda Ferreira da Silva, 47, e o marido dela, o ex-professor universitário José Carlos Soares Maia, 74.

Já a mãe de Kivia, identificada como Cinthia Maria Ferreira da Silva, 23, morava com mais dois filhos em outra casa nos fundos do mesmo terreno.

Ela relatou à reportagem que dormia na casa quando foi acordada pela  mãe, falando que a pequena Kivia havia morrido.

Ainda segundo Cinthia, a criança apresentava sinais de baba na boca e por esse motivo imaginou que a menina tivesse sofrido um ataque epilético. Ela e a mãe então foram ao 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP) registrar o fato.

José Carlos havia ficado na residência, mas saiu antes da chegada da polícia ao local.
Os polícias militares isolaram a área e assim que os peritos realizaram os trabalhos preliminares no corpo, constataram que a criança estava com o pescoço quebrado e algodão no nariz, levantando a suspeita de homicídio.

Investigadores da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), então, foram até o local e, após algumas buscas, encontraram o avô adotivo da menina dormindo dentro de seu carro, um Celta de placa JXH-6449. Ele apresentava sinais de embriaguez e por isso foi detido para averiguações.

Os vizinhos relataram à polícia que a criança era constantemente maltratada pelo casal e que hoje pela manhã ouviram vários gritos vindo da casa onde a menina morava com os dois.
José Carlos, juntamente com a esposa e a filha dela, foram levados à sede da DEHS, onde serão ouvidos.

Por Mara Magalhães

Com informações de Josemar Antunes

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