Política

Marcelo Serafim diz que sua chapa é diferente das demais e representa esperança para o povo

Caso seja eleito o parlamentar afirma que vai conciliar suas atividades legislativas na Câmara Municipal de Manaus – Foto Marcio Melo

Candidato do PSB nesta eleição suplementar, o vereador Marcelo Serafim afirma que sua chapa vem como uma alternativa dentre as demais candidaturas, inclusive as de velhos caciques políticos. Segundo ele, a coligação entre PSB e PMN, cujo vice é o administrador Sirlan Cohen, representa a esperança àquele eleitor que, por falta de opção, sempre vota branco e nulo.

Confiante em chegar ao segundo turno, o parlamentar afirma que vai conciliar suas atividades legislativas na Câmara Municipal de Manaus (CMM) com sua campanha nas ruas e que seu plano de governo será focado em cinco eixos: saúde, segurança pública, educação, infraestrutura e interiorização do desenvolvimento.

EM TEMPO – Porque o senhor resolveu entrar nesta disputa majoritária?

Marcelo Serafim – As candidaturas que se colocam como principais não representam o sonho do nosso Estado. São candidaturas ultrapassadas. De início, queremos plantar a semente da esperança e conquistar o voto e apoio das pessoas com base nas nossas propostas, que são norteadas por cinco eixos principais: saúde, segurança pública, educação, infraestrutura e interiorização do desenvolvimento nos municípios do Amazonas. Na capital, nota-se que a prefeitura é ineficiente e não tem boa vontade de realizar melhorias. O prefeito (Arthur Neto) gasta, por exemplo, mais R$ 300 milhões, durante 4 anos, para a propaganda e não constrói um viaduto.

EM TEMPO – O senhor já elaborou seu plano de governo? Qual será a principal proposta?

MS – Vamos trazer propostas para todas as áreas. Vamos juntar e alinhar o plano de governo do PMN ao PSB e iremos apresentar para a imprensa. Mas o que iremos defender bastante será a questão do desenvolvimento no interior. Nós não podemos, por exemplo, continuar convivendo com o Estado do Amazonas comprando tambaqui, para consumo, de outro Estado. Na área da saúde, é notório que não podemos continuar com a situação que se apresenta e com a segurança pública em completo abandono. Vamos nos concentrar nestes principais eixos para iniciarmos nossa campanha.

EM TEMPO – Quais e quantos recursos serão utilizados para a esta campanha? Qual a estratégia para captar doações de pessoa física?

MS – É impossível fazer uma campanha alternativa com poucos recursos. Pretendemos gastar um valor em torno de R$ 300 mil a R$ 500 mil para concluir nossa divulgação. Para as visitas no interior do Estado, vamos priorizar aqueles em que podemos chegar por meio de veículos automotivos e lanchas. Ao concluirmos estas cidades, iremos cobrir a calha do Purus e Amazonas. Não se pode trocar postura por estrutura. Se para ter dinheiro for preciso vender as minhas convicções, eu prefiro fazer uma campanha pobre e simples, mas que me leve a chegar no segundo turno.

O restante da entrevista você pode conferir na edição impressa do seu jornal EM TEMPO deste domingo (18) ou acessando a nossa versão digital.

Fabiane Morais

EM TEMPO

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