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Manifestantes amazonenses fazem ato pela democracia, no Centro de Manaus

Aproximadamente 500 pessoas estão concentradas no Larga São Sebastião - Foto: Joandres Xavier

No início da caminhada cerca de 500 pessoas estiveram concentradas no Larga São Sebastião – foto: Joandres Xavier

Um ato apartidário em defesa da democracia e  pelo cumprimento do mandado da presidente Dilma Roussef reuniu aproximadamente 2,8 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, na Praça do Largo São Sebastião no Centro, com início às 16h, desta sexta feira (18).

Estudantes, agricultores, e membros da classe trabalhadora em geral carregavam bandeiras do Partido dos Trabalhadores (PT) e do  Partido Comunista do Brasil (PCdoB), e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), além de apitos e camisas.

Uma grande bandeira foi estendida ao chão e formou um grande carrossel humano formado por estudantes que gritavam “não vai ter golpe”.

O ato conta com  um carro de som. O Instituto de Engenharia e Fiscalização do Trânsito Manaustrans (Manaustrans) e  a Polícia Militar estão no local.

O ato Pró-Dilma reuniu aproximadamente 2,800 mil pessoas, no centro de Manaus - Foto: Diego Janatã

O ato Pró-Dilma reuniu aproximadamente 2,800 mil pessoas, no centro de Manaus – foto: Diego Janatã

O ato é organizado pela Frente Brasil Popular e conta com movimentos sociais e entidades de classe, como explicou um dos organizadores, Edilon Queiroz. “Aqui nós temos um posicionamento. O que acontece hoje no Brasil não é mais  debate e sim uma luta de classe. Temos agora uma direita que quer destruir não só um Governo, mas projetos e políticas públicas que atendam o povo menos favorecido”, explicou.

A multidão tomou as ruas sendo guiada pelo carro de som saindo pela rua 10 de Julho ao lado do Teatro Armazonas. O manifestante Paulo Neves explicou a intenção do movimento. “Nosso objetivo central do protesto é garantir que a presidente Dilam tenha o direito de cumprir o mandato o qual ela foi eleita com mais de 50 milhões de votos. Estamos aqui contra o golpe de direita, contra a parcialidade do judiciário, contra a ruptura do processo democrático, contra uma investigação que não busca acabar com a corrupção e sim exterminar um partido político, exterminar uma ideologia, ” disse.

Grande parte do grupo é formada por indígenas, trabalhadores sindicalistas, estudantes, agricultores e membros de associações de bairros.

Por Joandres Xavier

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