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Manaus é o 6º Produto Interno Bruto brasileiro

 Diferente dos demais líderes, Manaus, com seu 1,2 ponto percentual de participação no PIB brasileiro, tem a sua economia equilibrada pelas atividades industrial e de serviços e crescimento influenciado pela construção - foto: Diego Janatã


Diferente dos demais líderes, Manaus, com seu 1,2 ponto percentual de participação no PIB brasileiro, tem a sua economia equilibrada pelas atividades industrial e de serviços e crescimento influenciado pela construção – foto: Diego Janatã

A capital amazonense fechou o ano de 2015 como o 6º Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, com 1,2% de participação relativa. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da manutenção da média em relação ao ano anterior, Manaus subiu uma casa no ranking, se mantendo abaixo de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba. Em sétimo lugar apareceu a cidade de Campos dos Goytacazes, no Estado do Rio de Janeiro.

Juntos, os sete municípios líderes no ranking dos PIBs municipais concentravam há 2 anos, aproximadamente, 25,0% do PIB do país e 13,8% da população. De acordo com dados do IBGE, entre 2010 e 2013 não ocorreu nenhuma alteração significativa entre os municípios com maior participação no PIB.

Dentre eles, os seis maiores, responsáveis por, aproximadamente, 24% do PIB, Manaus e Goytacazes fogem do padrão dos demais. Enquanto a capital amazonense tem a economia equilibrada entre as atividades de indústria (indústria de transformação) e de serviços, o município carioca tem a economia pautada na extração de petróleo e gás.

Os demais líderes do ranking são, conforme o instituto, tradicionalmente identificados como concentradores da atividade de serviços – intermediação financeira, seguros e previdência complementar e serviços relacionados, comércio e administração, saúde e educação públicas e seguridade social.

Construção

Em relação ao ano de 2012, o município que mais avançou com o PIB foi o Rio de Janeiro, com 0,1 ponto percentual. O ganho na participação está relacionado a grandes obras de infraestrutura no período. Já a cidade de Manaus ganhou participação em função da construção civil e de alguns segmentos industriais, tais como: fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos; metalurgia; e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos.

No Estado de São Paulo, a cidade de Paulínia avançou 0,05 ponto percentual em função de novos fornecedores de autopeças. O ganho de Piracicaba, de 0,05 ponto percentual, foi devido à ampliação de fábrica de automóveis.

Apenas 20 municípios tinham participações acima de 0,5% do PIB do país. Entre eles, além dos sete líderes, estavam cinco capitais: Porto Alegre (1,1%), Salvador (1,0%), Fortaleza (0,9%), Recife (0,9%) e Goiânia (0,8%). Completavam a lista oito municípios paulistas que agregavam 6,4% da renda do país: Osasco e Campinas (1,0% cada); Guarulhos e São Bernardo do Campo (0,9% cada); Barueri (0,8%); Jundiaí (0,7%); São José dos Campos e Sorocaba, (0,5% cada).

No extremo oposto desse ranking, 1.388 municípios responderam por aproximadamente 1,0% do PIB nacional e concentravam 3,5% da população. Entre esses municípios, estavam 74,6% dos municípios do Piauí, 60,1% dos municípios da Paraíba, 53,3% dos municípios do Rio Grande do Norte e 52,5% dos municípios do Tocantins.

Por Emerson Quaresma e assessoria

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