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Manaus alcança meta de vacinação contra Influenza em três grupos prioritários

O boletim da vacinação foi divulgado nesta sexta-feira (6), pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), com um total de 295.418 pessoas imunizadas - foto: Ione Moreno

O boletim da vacinação foi divulgado nesta sexta-feira (6), pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), com um total de 295.418 pessoas imunizadas – foto: Ione Moreno

Na primeira semana da campanha de vacinação contra Influenza em Manaus, a capital ultrapassou 100% da meta no grupo de pessoas com comorbidades e alcançou a meta de imunização de 80% das pessoas nos grupos prioritários de idosos e indígenas. O boletim da vacinação foi divulgado nesta sexta-feira (6), pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), com um total de 295.418 pessoas imunizadas.

“No quadro geral, Manaus apresentou o percentual total de 74,42% de vacinação nesse período da campanha. O foco principal nesses grupos fez que as pessoas buscassem o serviço logo nos primeiros dias, porém continuamos convocando a população para imunizar aqueles que ainda não receberam a proteção disponibilizada na rede, como crianças, grávidas e puérperas”, alertou o secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão Neto.

Os resultados da Semsa mostraram que 38.427 doses foram aplicadas em pessoas com comorbidades (103,11%); 97.800 doses em idosos (87,58%); e 450 doses em indígenas aldeados (84,43%).

Seguindo o ranking de vacinação, as mulheres puérperas (até os 45 dias após o parto) somaram 3.655 doses aplicadas (69,20%); os trabalhadores da Saúde foram 31.885 imunizações (68,24%); as crianças de 6 meses a 5 anos incompletos foram 106.827 doses aplicadas (65,39%); e as gestantes totalizaram 16.374 (50,96%).

“A intenção é cumprir todas as metas estipuladas pelo Ministério da Saúde de 80% no prazo da campanha e o chamado especial é para aqueles grupos das crianças e as gestantes, dois grupos com características muito delicadas e que precisam dobrar os cuidados contra os vírus para evitar consequências mais graves”, disse Homero.

Sobre a vacina

Devem receber a vacina crianças na faixa etária entre seis meses e quatro anos, 11 meses e 29 dias; gestantes em qualquer idade gestacional; mulheres no puerpério (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde (excluindo os da área administrativa); indígenas que moram em aldeias, assistidos pelos órgãos competentes; idosos com 60 anos ou mais; adolescentes e jovens de 12 a 18 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; e as pessoas com doenças crônicas associadas com comorbidades, que devem apresentar a carteira do programa ou laudo médico, os demais devem apresentar a identidade e as crianças a carteira de vacinação.

No caso de pessoas acamadas, dentro do grupo prioritário, a Semsa irá disponibilizar a imunização na residência. O agendamento pode ser feito pelo telefone 0800-280-8280 até o dia 20 de maio.

“A vacina desta campanha protege contra os vírus H1N1, H3N2 e influenza B. É constituída por vírus inativados, fracionados e purificados, portanto, não contém vírus vivos e não causa a doença. Há contraindicação apenas para pessoas com alergia ao ovo de galinha e para aqueles que já apresentaram reação anafilática a doses anteriores”, explicou a chefe da Divisão de Imunização da Semsa, Isabel Hernandes, alertando também que pessoas que apresentaram quadro febril recentemente, devem se restabelecer antes de receber a dose. “A recomendação é esperar 15 dias após a cessão da febre”, frisou.

De acordo com o Ministério da Saúde, a influenza é um problema de saúde pública no Brasil e a principal forma de prevenção é a vacina.  A infecção pode levar a complicações graves e oferecer risco de morte, especialmente entre os que fazem parte dos grupos de alto risco, ou seja, crianças menores de cinco anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

A cada ano a doença pode se apresentar de forma diferente, assim como pode afetar diferentemente as pessoas. A transmissão dos vírus influenza ocorre por meio do contato com secreções das vias respiratórias eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar (transmissão direta) ou através das mãos ou objetos contaminados (transmissão indireta), quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz).

Apesar da recomendação para adoção de medidas preventivas rotineiras, como a correta higienização das mãos de forma regular, a vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a doença.

Com informações da assessoria

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