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Mais de 75 mil veículos saíram de Manaus neste feriadão

mais de 75 mil veículos, deixaram a capital amazonense com destinos aos municípios de Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Itapiranga, Itacoatiara, Cacau Pirêra, Iranduba, Novo Airão e Manacapuru - foto: Josemar Antunes

Mais de 75 mil veículos, deixaram a capital amazonense durante o feriadão – foto: Josemar Antunes

Em virtude do feriado de Tiradentes, nesta quinta-feira (21), mais de 75 mil veículos, deixaram a capital amazonense com destinos aos municípios de Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Itapiranga, Itacoatiara, Cacau Pirêra, Iranduba, Novo Airão e Manacapuru. As fiscalizações foram intensificadas pela Agência Reguladora Serviços Públicos do Amazonas (Arsam), na barreira fixa que dá acesso às rodovias AM-010 e BR-174, na Zona Norte; Porto da Ceasa, na Zona Leste; e Ponte Rio Negro, na Zona Oeste da cidade; com o apoio do Batalhão de Policiamento de Trânsito do Amazonas (BPTRAM), da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

 

Durante a fiscalização da Arsam na barreira fixa, que dá acesso as rodovias AM-010 e BR-174, um táxi foi notificado por estar com o para-brisa trincado e pneus carecas - foto: Josemar Antunes

Durante a fiscalização da Arsam na barreira fixa, que dá acesso as rodovias AM-010 e BR-174, um táxi foi notificado por estar com o para-brisa trincado e pneus carecas – foto: Josemar Antunes

De acordo com agentes de fiscalização da Arsam, a média de veículos é de 65, entre ônibus, micro-ônibus, táxis e vans. Durante a fiscalização na barreira fixa, que dá acesso as rodovias AM-010 e BR-174, um táxi com placa do município de Itapiranga (a 227 quilômetros de Manaus) foi notificado por estar com o para-brisa trincado e pneus carecas.

“Um táxi que seguia para o município de Itapiranga apresentou irregularidades. O para-brisa estava trincado e os pneus carecas. Por esta razão, o condutor recebeu uma multa e foi orientado para fazer os reparos para poder seguir a viagem com segurança. Até o momento, o fluxo de veículos é normal e que se espera que a viagem de ida e o retorno seja tranquilo e sem acidentes”, explicou Adilson Vitorino, da Arsam.

O movimento na barreira é intenso devido as pessoas irem desfrutar das belezas naturais de Presidente Figueiredo, local bastante procurado, assim como Rio Preto da Eva e Itacoatiara.

O movimento na barreira é intenso devido as pessoas irem desfrutar das belezas naturais de Presidente, Rio Preto da Eva e Itacoatiara - foto: Josemar Antunes

O movimento na barreira é intenso devido as pessoas irem desfrutar das belezas naturais de Presidente, Rio Preto da Eva e Itacoatiara – foto: Josemar Antunes

Conforme o BPTRAM, cerca de 2.500 veículos já haviam passado desde as primeiras horas da manhã desta quinta na Ponte Rio Negro. O movimento foi comparado aos festejos da Ciranda de Manacapuru. O fluxo de carros é em virtude dos balneários existentes, próximos aos municípios de Iranduba e Manacapuru. A expectativa é que mais de 170 mil veículos deixem a capital amazonense até a sexta-feira (22).

“As pessoas procuram estes balneários e por esta razão o fluxo de veículos só tem aumentado aqui na Ponte Rio Negro. Vamos torcer que não haja acidentes de hipótese alguma. Esperamos que os motoristas que seguem com suas famílias sigam a viagem e retornem respeitando as normas de segurança estabelecidas pelas leis de trânsito”, concluiu o soldado Jonismar Barbosa, do BPTRAM.

No Porto da Ceasa, no bairro Mauzinho, Zona Leste, as lanchas que fazem a travessia ao preço de R$ 9 por pessoa, o movimento estava abaixo do normal. Segundo os donos das embarcações, o fluxo de passageiros que utilizam o serviço foi considerado fraco neste feriado prolongado.

Por outro lado, as balsas que fazem a trajeto para o Porto do Careiro da Várzea, o movimento era considerado normal. Desde as primeiras horas da manhã, os motoristas tiveram que acordar cedo e enfrentar a fila de mais de um quilômetro para embarcar e encarar a viagem pela BR-319.

O auxiliar de serviços gerais Darley Serra de Souza, 19, aproveitou o feriado para descansar em um sítio da família. “Estou indo para o sítio da minha avó para descansar, pescar e fugir da rotina intensa da capital”, destacou Darley.

Por Josemar Antunes

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