Dia a dia

Mais de 620 veículos usados em serviços de mototáxi irregular foram apreendidos pela SMTU

Enquanto em 2015 o número total de blitze foi de 50, somente nestes primeiros meses do ano as fiscalizações já chegam a 53 - foto: divulgação

Enquanto em 2015 o número total de blitze foi de 50, somente nestes primeiros meses do ano as fiscalizações já chegam a 53 – foto: divulgação

De setembro de 2015 a maio deste ano, a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) já registrou 629 apreensões de motocicletas que faziam transporte irregular em Manaus. De acordo com o setor de estatística do órgão, entre as maiores irregularidades se destacam os problemas com a documentação de porte obrigatório de veículos/condutores e o serviço de táxi feito de forma clandestina em todas as zonas da cidade.

O diretor de transportes da SMTU,  Thiago Balbi, aponta que as ações foram intensificadas depois que a Prefeitura de Manaus divulgou listas de aprovados e habilitados para realizar o serviço na cidade. Enquanto em 2015 o número total de blitze foi de 50, somente nestes primeiros meses do ano as fiscalizações já chegam a 53.

“As ações estão acontecendo. Os números mostram esta eficácia. Entretanto não podemos fazer as mesmas ações todos os dias direcionadas apenas ao mototaxistas. Temos que fiscalizar outros serviços como transporte coletivo, transporte alternativo e transporte escolar. É lógico que ainda existem profissionais que trabalham em motocicletas e que não estão habilitados. Isso foi algo que durante muito tempo ficou sem atenção. Agora, estamos organizando o sistema, mas o trabalho é diário e contínuo. É preciso ter paciência”, avalia Balbi.

Para intensificar ainda mais as fiscalizações nas ruas de Manaus, a SMTU vem contando com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran). Segundo o superintendente da SMTU, Pedro Carvalho, a multa para quem é apanhado em motocicletas de forma irregular varia de 40 Unidades Fiscais do Município (UFMs), equivalente a R$ 3.351,00, a 80 UFMs, em caso de reincidência. O condutor tem, ainda, o veículo apreendido.

“O BPTran tem nos auxiliado em todas as zonas da cidade. Estamos coibindo de forma intensa. Não é verdade que a fiscalização é falha. Não podemos estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Nestas fiscalizações, quem já está regular junto à SMTU deve portar o crachá, a licença, o colete e a moto identificada para que o veículo não seja retido. Conseguimos identificar prontamente os irregulares. Com o trabalho diário chegaremos ao ideal de um processo que é novo na cidade”, assinala Pedro Carvalho.

Números

2015 – 457 motos apreendidas

2016 – 172 motos apreendidas até maio

2015 – 53 ações

2016 – 50 ações

Com informações da assessoria

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