Dia a dia

Mais de 200 professores de Tapauá fazem manifestação cobrando salários atrasados

O ato reuniu mais de 200 professores - foto: divulgação

O ato reuniu mais de 200 professores – foto: divulgação

Um grupo de aproximadamente 250 professores da Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Tapauá (a 565 quilômetros da capital) paralisou as atividades, na manhã desta quinta-feira (14), para fazer protesto cobrando os salários atrasados para a categoria.

O ato começou por volta das 8h, no Centro de Manaus, onde eles seguiram em passeata e permaneceram até às 11h na Câmara Municipal de Tapauá (CMT), na expectativa de que fossem atendidos por vereadores para falar de suas reivindicações.

Segundo Roberto dos Santos Campos, representante do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) na cidade, a principal reivindicação é do pagamento salarial, que está atrasado há mais de três meses, e que vem tornando uma frequente rotina que dura dois anos.

“Não estamos mais suportando tanta exploração. São dois anos de espera. A prefeitura e nem o Ministério Público fazem nada por nós, de 11 vereadores, apenas 4 nos apoiam. Há muito tempo que não atualizam nossa base salarial, além das questões sobre a melhoria de trabalho”, explicou.

O representante do Sinteam relatou ainda as péssimas condições de trabalho que os professores estão enfrentando. “Nossa luta não é apenas pelos salários atrasados, mas também pela melhoria nas condições de trabalho. Somos professores, lutamos pela educação, que é do futuro do Brasil”, disse.

Durante o ato, as escolas de rede municipal não tiveram aula. O presidente do Sinteam adiantou que se nada for resolvido até a próxima segunda-feira (18), haverá greve geral da categoria.

“Enquanto não resolverem nada, vamos seguir trabalhando mais em meio período. Se não recebermos até o dia 18, vamos fazer greve geral”, finalizou.

Por equipe EM TEMPO Online

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