Dia a dia

Mais de 200 garis limpam as ruas, após a votação

Em 2014, a Semulsp recolheu 73 toneladas de lixo eleitoral e neste ano os trabalhos iniciaram horas após o fim da votação, encerrando de madrugada - foto: Ione Moreno

Em 2014, a Semulsp recolheu 73 toneladas de lixo eleitoral e neste ano os trabalhos iniciaram horas após o fim da votação, encerrando de madrugada – foto: Ione Moreno

Após o término da votação para as eleições municipais, neste domingo (2), mais de 200 garis iniciaram os trabalhos de limpeza das ruas de Manaus. A ação começou no Centro, às 18h, e continuou durante toda madrugada desta segunda-feira (3), em todas as zonas geográficas da capital.

Coletores de lixo também deram suporte durante a coleta do lixo. O subsecretário operacional da Secretaria Municipal de Limpeza Pública de Manaus (Semulsp), José Rebouças, disse que este ano, apesar de ter vários santinhos jogados nas ruas, aparentemente, a quantidade de papéis espalhados pelas vias reduziram, comparado às eleições anteriores. “A limpeza no Centro está bem tranquila, neste início, mas os candidatos ainda continuam jogando santinhos nas ruas”, observou Rebouças.

A equipe de limpeza seguiu até as 5h, de acordo com a Semulsp, na limpeza das ruas. Em 2014, no primeiro turno, mais de 73 toneladas de lixo eleitoral foram recolhidos pela Semulsp das ruas de Manaus.

Alguns eleitores afirmam que, diferentemente de eleições anteriores, quase não se viu santinhos presentes nas ruas de Manaus. A acadêmica em enfermagem, Nataly Alves, 19, que vota na escola Maria Madalena Santana de Lima, no bairro Armando Mendes, Zona Leste, disse que viu poucos santinhos de candidatos na frente do local de votação.

“Antes a rua era totalmente tomada por papéis de candidatos. Este ano, a quantidade que vi no percurso que faço até a escola, foi bem pouco. Isso mostra que alguns candidatos estão mais conscientes”, avaliou.

A administradora de empresas Jorgete Cunha, 50, que vota na escola estadual Professor Waldir Garcia, no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste, disse que também teve a mesma impressão.  “Eu acho que essa eleição foi mais limpa que as anteriores”, comparou Jorgete.

Já o contador Diego Gama, 28, que vota no 3° Colégio Militar da PM Professor Waldocke Fricke de Lyra, na Zona Oeste, contou que no local quase não viu papéis de candidatos jogados na rua, porém, em outro ponto, a quantidade era maior. “A escola em que eu votei, não estava muito suja, mas na esquina, a uns 200 metros, havia muitos santinhos espalhados”, disse.

Por Esterffany Martins

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