Dia a dia

Mais de 2.300 armas foram destruídas pelo Exército nesta quinta; material foi incinerado no PIM

Um lote com 204 armas, entre escopetas, espingardas, pistolas, revólveres e até armas de brinquedo, foram destruídas pelo Exército Brasileiro (EB) nesta quinta-feira (22). O material foi encaminhado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) que, somente este ano, já enviou ao EB um total de 1.630 armas de fogo que faziam parte de processos criminais e foram liberadas pelos juízes para sua destruição. Além das armas de fogo, o TJAM também enviou para destruição 2.144 armas brancas (Facas, terçados e até facas de mesa.


As armas foram entregues ao Exército Brasileiro por servidores do TJAM e, após serem conferidas uma a uma, passam pelo processo de destruição. “Tomamos os cuidados necessários para que ocorra a destruição completa da arma porque não podem ficar peças. Depois de destruição parcial vem o derretimento com fogo. A temperatura alta derrete o metal e transforma em um bloco”, disse o capitão do Exército Jonathan Luz.

A orientação do Conselho Nacional de Justiça é que permaneça no Poder Judiciário somente as armas que ainda estão passando por perícia ou que são imprescindíveis para a elucidação de um crime. Com isso, assim que se forma um lote, as armas são enviadas para destruição.

Segundo o diretor do Depósito Público do TJAM, Sidney Level, a destruição depende de um agendamento no Exército Brasileiro e são entregues frequentemente. “Essas armas chegam ao Judiciário, passam por um processo de identificação, são catalogadas e, à medida em que são liberadas, enviamos ao Exército”, explicou.

Todo o material foi incinerado em uma empresa do Polo Industrial de Manaus (PIM).

Com informações da assessoria

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