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Magoado, Oswaldo diz que ambiente do Palmeiras o derrubou

Demitido nesta terça-feira (9) do cargo de treinador do Palmeiras, Oswaldo de Oliveira se mostrou magoado com a diretoria e culpou a pressão que circunda o clube como responsável pelo fim do seu trabalho.

O técnico passou seis meses à frente do time alviverde, pelo qual foi vice-campeão paulista, mas não sobreviveu ao início ruim no Brasileiro -conquistou só uma vitória nas primeiras seis rodadas.

“Existe uma carga emocional muito grande aqui no Palmeiras, muita pressão que acaba desequilibrando as pessoas que dirigem. Não conseguem sustentar o que é óbvio”, disse o treinador.

Apesar das pesadas críticas contra a diretoria palmeirense, o treinador elogiou o comportamento do presidente Paulo Nobre e creditou sua demissão às forças que têm poder de influenciar as decisões da alta cúpula do futebol.

“Volto a dizer que para mim é muito doloroso. É difícil interromper dessa forma, tanta expectativa e planos que fizemos, desde o início das nossas conversas. Mas forças superiores hierarquicamente impediram a continuidade.”

Se poupou Nobre de críticas diretas, Oswaldo não fez questão nenhuma de preservar Cleiton Xavier. O treinador expôs um erro cometido pelo meia para justificar que ele não tinha condições físicas de ser mais utilizado do que vinha sendo.

“É só ver o jogo do Inter para ver o comportamento dele. Dois adversários vêm contra o Lucas, trocam o passe, e o Cleiton não consegue chegar. E ele estava em campo apenas cinco minutos.”

Já sem Oswaldo, o Palmeiras será comandado interinamente por Alberto Valentim na partida contra o Fluminense, neste domingo (14), em casa.

Por Folhapress

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